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Um milhão de Magalhães para a Líbia


Os portáteis Magalhães vão fazer parte do equipamento escolar das crianças líbias. A JP Sá Couto assinou um memorando com uma empresa estatal líbia e o contrato deverá ser assinado em Abril para que os primeiros portáteis cheguem a Tripoli no início de Setembro.

As primeiras 250 mil unidades deverão ser entregues às escolas no início do ano letivo e as restantes serão disponibilizadas durante quatro anos.

Conta a agência Lusa que o protocolo agora assinado entre a JP Sá Couto e a Electronic General Company aponta para um investimento global de cinco milhões de euros e compreende o fornecimento de um milhão de Magalhães, formação técnica e construção de uma unidade de assistência técnica. A formação foca a conceção de software e acabamentos do produto.

A empresa portuguesa reúne-se sábado com o Ministério da Educação líbio para definição dos conteúdos programáticos, indo as duas empresas criar um grupo de trabalho conjunto para esse efeito.


13 comentários em Um milhão de Magalhães para a Líbia

  1. Marcio Ly

    Minha filha estuda em escola publica e já aprendeu muita coisa de informatica lá, sua escola tem um bom laboratório de tecnologia, demora um pouco mas as tecnologias chegam.

  2. Marcio Ly

    Brasil começa a ter iniciativa como está, com produção de tablets por aqui ministro promete contratos para informatizar escolas.

    • Wanderson

      A algum tempo atrás estavam querendo trazer netbooks para as escolas, agora querem trazer tablets. Com tanta dúvida pode ser que não venha nenhum dos dois tão cedo.

  3. Marcio Ly

    Ministério da Educação estuda uso de tablets nas escolas públicas.
    O Brasil também está correndo atrás.
    O Ministro da educação, Fernando Haddad designou um grupo de técnicos do ministério para avaliar como essas novas tecnologias podem se tornar ferramentas didáticas em sala de aula e contribuir para a aprendizagem dos alunos. Até o fim de maio, esses especialistas entregarão um relatório completo sobre o tema nas mãos do ministro. O assunto se tornou mais importante depois do anúncio do investimento chinês na fabricação de tablets no País.

  4. Marcello

    Bom, agora com esta situação lá na Libia não sei se o projeto poderá de fato ser desenvolvido afinal em breve o país deverá ter outro mandatário depois da queda do Kadafi e dai pode ser que mudem os planos.

  5. Wanderson

    No entorno de Brasília aqui no Brasil 60% dos adolescentes já usaram ou usam maconha! Porque o Brasil não investe na educação? Nós temos o 7º PIB do mundo, isso não deveria ser difícil!!!

  6. Marcio Ly

    A Libia estava na posição 53º bem a frente do Brasil que esta na posição 73º, esparamos que com todos os acontecimentos por lá eles consigam manter e melhorar a sua posição. Que bom se o Brasil também investisse um pouco mais na educção.

    • Wanderson

      Geralmente os países mais pobres investem a maior parte de seu PIB em armas. Felizmente Kadafi investiu pelo ou menos um pouco na educação.

  7. Diante dos últimos acontecimentos é dificil crer que o ditador Kaddafi investisse tanto em educação! Talvez por isso seja, ou melhor, fosse um dos países da região com maior indice de IDH.

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