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Redes Sociais e sites de Pornografia são os que mais atraem crianças e jovens


As redes sociais e os sites de pornografia são os que despertam mais interesse entre as crianças e os adolescentes. Só no último mês, os mecanismos de controle parental da Kaspersky contabilizaram mais de 52 milhões de tentativas de acesso a redes sociais e cerca de 25 milhões de tentativas de acesso a sites com conteúdo pornográfico.

Até ao ano passado as páginas com conteúdo não apropriado para menores de idade eram as que mais interesse despertavam, no entanto este ano as posições inverteram-se, 31,3% dos jovens estão mais interessados nas redes sociais e as tentativas de acesso a recursos pornográficos diminuíram para 16.8%. De qualquer maneira os números são verdadeiramente alarmantes e devem requerer uma especial atenção dos pais e educadores.

As famílias de hoje em dia tendem a ter cada vez mais dispositivos com acesso à Internet, o que significa que é mais fácil do que nunca para as crianças acederem à Web e mais difícil do que nunca poder controlar o que fazem. Segundo um estudo realizado pela B2B Internacional para a Kaspersky Lab em Abril de 2013, em média, cada família é proprietária de dois ou três PCs ou portáteis, um ou dois smartphones e um tablet Os menores utilizam todos estes dispositivos e as opções de controlo parental nem sempre estão correctamente configuradas.

Os peritos da Kaspersky Lab analisaram o comportamento dos módulos do controlo parental incluídos nas suas soluções de segurança e, nos primeiros cinco meses de 2013, concluíram que os recursos potencialmente perigosos mais atractivos para os menores na Internet, ou os que tentam visitar com mais frequência, foram os seguintes:

• Redes sociais (31,26%)
• Sites pornográficos e eróticos (16,83%)
• Lojas online (16,65%)
• Chats e fórums (8,09%)
• Webmail (7,39%)
• Recursos que contêm software ilegal (3,77%)
• Mini jogos online (3,19%)

Este ano os recursos pornográficos (16,8%) perderam a primeira posição, porque, a julgar pela estatística, os menores passam a maior parte do tempo nas redes sociais (31,3%) onde também existem muitas ameaças (conteúdos potencialmente perigosos para crianças ou tentativas de contacto por parte de pessoas suspeitas e desconhecidos). Inesperadamente, as “Lojas na Internet” (16,7%) aparecem nas primeiras três posições, deixando para trás os chats, fóruns e serviços de email.

Os sites mais populares entre os menores

Os sites mais populares entre os menores

Em termos absolutos, no último mês os módulos de controlo parental da Kaspersky registaram mais de 52 milhões de tentativas de visita a redes sociais e mais de 25 milhões de tentativas de acesso a sites pornográficos.

Além disso, o Top 3 dos primeiros meses de 2013 também inclui as lojas online. Segundo os analistas da Kaspersky Lab, os menores visitam estas lojas em busca de brinquedos, videojogos ou produtos similares. Nestas circunstâncias, os pais devem ter especial cuidado: se as crianças sabem onde guardam os seus cartões bancários, podem utilizá-los para fazer compras não desejadas ou inclusive ser vítimas de lojas falsas criadas pelos cibercriminosos.

“Como sempre, é melhor prevenir do que remediar. Este é o princípio que rege a nossa tecnologia de controlo parental. No mundo moderno, o acesso a qualquer tipo de informação tornou-se extremamente facilitado. Ao mesmo tempo, os menores são especialmente vulneráveis e as suas atitudes são, por natureza, ingénuas. Portanto, as ferramentas que protegem crianças e jovens de conteúdos inapropriados devem sempre ser tidas muito em conta”, afirma Konstantin Ignatyev, Web Content Analysts Group Manager da Kaspersky Lab.

Segundo os analistas da Kaspersky Lab, o uso do controlo parental é necessário, já que oferece aos pais a possibilidade de limitar o acesso a recursos Web ou à execução de determinadas aplicações, cujo conteúdo possa causar danos aos menores. Além disso, é possível controlar a sua actividade nas redes sociais e nos chats de uma forma discreta e inteligente, sem bloquear o acesso por completo. Do mesmo modo, os pais podem estabelecer horários de uso do PC ou de qualquer dispositivo por parte dos seus filhos, impedindo que o equipamento seja ligado fora do horário estabelecido.

Imagem de destaque gentilmente cedida por “bplanet” via Free Digital Photos


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