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Dois estudantes de doutoramento criam terapia de choque para ficarem longe do Facebook



Ser estudante de doutoramento não é tarefa fácil, pois necessitam de estar concentrados nas suas teses praticamente o tempo todo e extremamente focalizados no que estão a desenvolver. Cansados de passarem tanto tempo no facebook, Robert R. Morris e Dan McDuff resolveram juntar as suas mentes brilhantes e em conjunto tentar acabar o mal pela raiz ou seja por cada vez que tentassem aceder às suas contas de facebook, levariam choques eléctricos.

O vídeo que se encontra no final deste artigo, mostra como esta terapia de choque funciona mas basicamente estes estudantes desenvolveram uma aplicação que detecta quando o utilizador visita o facebook e activa um circuito que dá um choque (de pouca intensidade) na mão do utilizador, através de placas metálicas que estão inseridas numa peça de apoio ao teclado do computador. Os choques são desagradáveis mas não são perigosos para os utilizadores.

Estes dois estudiosos indicam que este dispositivo foi criado em tom de brincadeira, mas existe uma grande uma verdade por detrás deste dispositivo. Os doutorandos gastam dezenas de horas semanais pesquisando, lendo e participando em técnicas de aprendizagem experimental. Ora, torna-se indispensável que façam uma boa gestão do seu tempo. Ambos os estudantes admitiram que passam mais de 50 horas por semana no facebook, perante estes números é natural que se quiserem chegar a um bom porto nas suas carreiras científicas tenham de diminuir e muito essas horas na dita rede social.

Mas esta situação não acontece somente com estes dois estudantes. Segundo as estatísticas quase 50% dos utilizadores do facebook, vão ver a sua conta de facebook logo ao acordar, antes de escovar os dentes ou até mesmo ao sair da sua cama. Embora estes estudantes tivessem criado este dispositivo por diversão, a verdade é que perante estes factos esta terapia de choque por ser a chave para milhões de pessoas. Já não existem clínicas de desintoxicação para pessoas que se encontram viciadas pelo facebook? Então porque não adoptar esta terapia?


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