Redes sociais

Facebook cria botão para doação de dinheiro a ONGs que combatem ebola


Não bastasse a substanciosa doação de US$ 25 milhões feita por Mark Zuckerberg, diretor-presidente do Facebook, para ajudar no combate ao ebola, desde esta quinta-feira (6) a rede social passou a exibir um botão que visa facilitar o envio de dinheiro a instituições que estão na linha de frente do combate à epidemia.

O novo recurso seria apenas mais uma das muitas iniciativas, previstas pela plataforma, para ajudar na luta contra o contágio da doença. Basicamente, o botão serve como intermediário entre os utilizadores que desejem fazer doações e entidades como International Medical Corps, Cruz Vermelha, Save the Children e Red Crescent Societes.

Ao finalizar a doação, os utilizadores poderão compartilhar a iniciativa na rede social. É importante lembrar que, para realizar a transação, será necessário informar dados financeiros.

FB-donate-stop-ebola-detalhe-CAssis

Segundo o comunicado emitido em conjunto por Naomi Gleit, vice-presidente de produto do Facebook, e Chris Daniels, vice-presidente da Internet.org, “nas próximas semanas, os utilizadores do Facebook receberão a mensagem no topo do seu feed de notícias com uma opção para doar a três diferentes ONGs”.

 

As demais iniciativas do site estão centradas na disseminação de informação. Fruto de uma parceria com a Unicef, a primeira delas criará informes sobre os sintomas do ebola e as formas de tratar as pessoas infectadas, sempre distribuídos pela própria rede social.

FB-donate-stop-ebola-CAssis

Para fazer doações e ajudar no combate ao vírus do ebola, basta clicar aqui

Outra iniciativa importante é a doação de 100 telefones via satélite para a HetHope, um consórcio que reúne 41 ONGs. Isso por que essas entidades possuem representantes que trabalham em áreas remotas da Guiné, Libéria e Serra Leoa e costumam ficar isolados, sem fácil acesso a informações.

“Ao focar em áreas onde há pouca ou inexistente capacidade de comunicação, a NetHope irá usar esses terminais para ajudar funcionários da saúde e ajudantes a rastrearem contatos, a se comunicarem, a gerenciarem casos e a mobilizarem a comunidade”, informaram Naomi Gleit e Chris Daniels.

Fonte Globo.com


Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *