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Facebook testa melhorias para o feed de notícias


Com o objetivo de aperfeiçoar o feed de notícias, o Facebook realiza nos Estados Unidos um teste que visa relacionar o comportamento dos seus utilizadores com os seus gostos na rede social, ouvindo, desta vez, diretamente as pessoas que compõem o grupo de estudo, sem fazer uso de algoritmos.

A pesquisa inicial basei-se em um questionário aplicado a 30 pessoas, buscando produzir um feed mais integrado conforme as preferências dos que utilizam a plataforma.

De acordo com o BlackChanel, desde 2006 os desenvolvedores da rede social vêm tentando criar estudos, a fim de oferecer ao utilizador conteúdos relevantes nos mais diferenciados níveis. Neste caso, o novo teste piloto aplica as questões para “usuários reais”, sendo que o conteúdo é oferecido de modo aleatório e sem classificações de ordem.

A ideia é que o utilizador veja uma história de por vez e depois responda algumas questões acerca desta experiência de uso – são oito questões para cada publicação observada. No final do teste, é solicitado aos participantes que escrevam um parágrafo, descrevendo as sensações sobre estas histórias específicas. “Nós realmente tentamos não expressar qualquer julgamento editorial”, explica Adam Mosseri, diretor de produtos do Feed de Notícias.

ALGUMAS DESCOBERTAS JÁ FORAM FEITAS

No decorrer esse estudo, conforme as reações dos componentes deste grupo de teste, alguns pontos importante foram verificados: os utilizadores estão mais interessados em conteúdos publicados por amigos e/ou familiares mais próximos (como imagens e mensagens), bem como o ato de marcar um “like” em determinado conteúdo não significar, efetivamente, que o utilizador tenha relevante interesse nesta publicação.

Recentemente, o Facebook terá ampliado o projeto para 600 pessoas nos EUA, trabalhando quatro horas por dia em casa. Contudo, o plano da rede social é que esse número seja expandido para milhares, até que a plataforma encontre um tipo de pesquisa de opinião que possa ser aplicada diretamente a todos os seus utilizadores.

Via The Next Web


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