Facebook: 'Reactions' chega a Portugal Redes sociais

Facebook introduz botão ‘Reactions’ em Portugal


O Facebook anunciou a disponibilidade do botão “Reactions” em Portugal. A partir de hoje os utilizadores portugueses da rede social tem mais opções de reacão (mais oções para demonstrar os seus sentimentos) em relação ao conteúdo partilhado online.

Portugal é o terceiro país, depois de Espanha e Irlanda, a receber a nova forma de reagir às publicações partilhadas na rede social.

O “Reactions” é uma extensão do botão “Gosto” (curtir), que permite um maior número de reações no feedback a um post colocado online, de forma rápida e simples, já que os utilizadores acedem ao Facebook para partilharem inúmeros estados de espírito, quer estejam contentes, tristes, divertidos ou chateados. O “Reactions” dá-lhes assim a oportunidade de se exprimirem e comunicarem de forma mais abrangente: Gosto, Adoro, Riso, Alegria, Surpresa, Tristeza e Ira. Conforme já era esperado, o botão “não gosto” (“dislike”) não foi incluído nesta nova função.

Para “reagir” basta manter a pressão no botão “Gosto”, e de imediato surgirão outras imagens de reações opcionais, que depois basta escolher. O autor do post será então notificado das várias reações ao que partilhou.

Today we’re launching a pilot test of Reactions — a more expressive Like button. As you can see, it’s not a “dislike” button, though we hope it addresses the spirit of this request more broadly. We studied which comments and reactions are most commonly and universally expressed across Facebook, then worked to design an experience around them that was elegant and fun. Starting today Ireland and Spain can start loving, wow-ing, or expressing sympathy to posts on Facebook by hovering or long-pressing the Like button wherever they see it. We’ll use the feedback from this to improve the feature and hope to roll it out to everyone soon.

Publicado por Chris Cox em Quinta-feira, 8 de Outubro de 2015

O Facebook não informou a data em que o “Reactions” estará disponível no Brasil ou noutros países, mas acreditamos que a expansão desta hipótese reativa dada aos utilizadores da rede social não deverá demorar muito tempo a ser implementada globalmente.


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