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Os dias loucos da OpenAI

Jorge Montez por Jorge Montez
21/11/2023
Em Inteligência Artificial

Nestes dias loucos da OpenAI o CEO foi despedido, mas pode voltar e os funcionários amotinaram-se contra o conselho de administração. Dois terços dos 700 funcionários dizem que podem sair e não são meigos nas palavras.

Dias loucos da openai
Imagem: rolf von root / unsplash

Na sexta-feira, a notícia caiu que nem uma bomba. O conselho de administração da OpenAI despedia o CEO, Sam Altam, alegando que este tinha tido problemas com a verdade na sua relação com o conselho. No domingo, a Microsoft anunciava a contratação de Altman e de outro cofundador da OpenAI, bem como de alguns dos principais cientistas do projeto. Hoje, conhece-se a revolta dos funcionários.

Num movimento inédito, 500 dos 700 funcionários da OpenAI escreveram uma carta aberta ao conselho de administração onde põem tudo em pratos limpos: ou o conselho se demite ou os funcionários abandonam a OpenAI.

“As vossas acções tornaram óbvio que são incapazes de supervisionar a OpenAI. Não podemos trabalhar para ou com pessoas que não têm competência, discernimento e cuidado com a nossa missão e funcionários”, lê-se na carta.

A OpenAI, uma das mais prestigiadas organizações de investigação em inteligência artificial, está a atravessar uma grave crise interna.

Em resumo: nestes dias loucos da OpenAI, o seu antigo presidente, Sam Altman, foi despedido na sexta-feira passada pelo conselho de administração, mas não se conforma com a decisão e quer regressar ao cargo. Para isso, conta com o apoio de quase todos os funcionários da empresa, que ameaçam sair em massa se Altman não for reintegrado.

Um despedimento surpreendente

Sam Altman, presidente da OpenAI desde 2019, foi afastado do cargo na sexta-feira, sem aviso prévio, por três membros do conselho de administração: Ilya Sutskever, cientista-chefe da empresa, Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn, e Peter Thiel, cofundador do PayPal. Começavam assim os dias loucos da OpenAI.

As razões para o despedimento não foram divulgadas, mas fontes próximas da situação disseram ao The Verge que se tratou de um golpe de poder motivado por divergências sobre a visão e a estratégia da OpenAI.

Altman, que é também cofundador da empresa juntamente com Greg Brockman, não aceitou a decisão e tentou negociar com o conselho a sua reintegração. No entanto, as negociações chegaram a um impasse e o conselho anunciou no domingo que tinha escolhido um novo diretor executivo: Emmett Shear, cofundador do Twitch, uma plataforma de streaming de vídeo.

A revolta dos funcionários

A notícia do despedimento de Altman e da nomeação de Shear provocou uma forte reação dos funcionários da OpenAI, que manifestaram a sua indignação e o seu apoio a Altman no Slack da empresa. Segundo o The Verge, os funcionários recusaram-se a comparecer a uma reunião de emergência com Shear e responderam ao anúncio com um emoji “vai-te lixar”. Além disso, quase todos os funcionários assinaram uma carta aberta ao conselho, na segunda-feira, exigindo a demissão dos seus membros e o regresso de Altman. Os dias loucos da OpenAI deixavam de ser uma luta nos lugares de topo para se tornarem numa batalha existencial do próprio projeto.

Sam altman
Sam altman ainda pode voltar à openai

Curiosamente, um dos signatários da carta foi o próprio Ilya Sutskever, que teria sido um dos responsáveis pelo despedimento de Altman, dias antes. Sutskever teria mudado de opinião depois de ver a reação dos seus colegas e de perceber que a sua posição no conselho estava fragilizada.

No X, Sutskever afirmou: “Lamento profundamente a minha participação nas acções do Conselho de Administração. Nunca tive a intenção de prejudicar a OpenAI. Adoro tudo o que construímos juntos e farei tudo o que estiver ao meu alcance para reunir a empresa”. O post recebeu o comentário positivo de Altman, com o ex.CEO da empresa a repostar as palavras e a colocar três corações.

Uma parceria com a Microsoft

No meio deste conflito, surgiu também a notícia de que a Microsoft tinha contratado Altman e os funcionários da OpenAI para trabalharem na sua divisão de inteligência artificial. A notícia foi divulgada na segunda-feira pelo Wall Street Journal, que citou fontes anónimas familiarizadas com o assunto. No entanto, a contratação não é um negócio fechado e depende da resolução da crise na OpenAI. Mais um dado a somar a todos estes dias loucos da OpenAI.

O diretor executivo da Microsoft, Satya Nadella, confirmou a existência de uma parceria com a OpenAI, mas disse que a escolha de Altman e dos funcionários da OpenAI de ficarem na empresa ou de se juntarem à Microsoft cabe ao conselho, à direção e aos funcionários da OpenAI. Nadella disse também que a Microsoft quer algumas mudanças na governação da OpenAI, pois não gosta de surpresas.

Uma investigação independente

Apesar de terem assinado a carta-aberta, na segunda-feira, os funcionários da OpenAI mostraram nas redes sociais que continuam a trabalhar para garantir o funcionamento e a estabilidade dos serviços da empresa, que são usados por milhares de programadores e investigadores em todo o mundo. Segundo o The Verge, esta atitude visa evitar que a empresa colapse totalmente, enquanto se exerce pressão sobre o conselho de administração para que renuncie.

Entretanto, o novo diretor executivo Emmett Shear ainda não teria recebido do conselho de administração uma explicação escrita e detalhada sobre os motivos que levaram ao despedimento de Altman, que também não foram partilhados com os investidores da empresa. Apesar de ter sido nomeado CEO, Shear arrisca-se a ser uma personagem secundária no enredo destes dias loucos da OpenAI.

Numa nota enviada aos funcionários no domingo à noite, Altman disse que a sua primeira ordem de trabalhos seria “contratar um investigador independente para investigar todo o processo que conduziu a este ponto e elaborar um relatório completo”.

Uma parceria em aberto

Entretanto, Altman publicou noutro post no X que a sua “principal prioridade continua a ser garantir que a OpenAI continue a prosperar” e que ele e a Microsoft “estão empenhados em dar continuidade total às operações dos nossos parceiros e clientes”.

Altman referia-se à notícia de que a Microsoft tinha o tinha contratado e a funcionários da OpenAI para trabalharem na sua divisão de inteligência artificial, que foi divulgada na segunda-feira pelo Wall Street Journal. No entanto, a contratação não é um negócio fechado e depende da resolução da crise na OpenAI.

O diretor executivo da Microsoft, Satya Nadella, confirmou a existência de uma parceria com a OpenAI, mas disse que a escolha de Altman e dos funcionários da OpenAI de ficarem na empresa ou de se juntarem à Microsoft cabe ao conselho, à direção e aos funcionários da OpenAI. Nadella disse também que a Microsoft quer algumas mudanças na governação da OpenAI, pois não gosta de surpresas. Em causa, nomeadamente, está um lugar no conselho de administração. Se a Microsoft já tivesse assento à mesa, dificilmente se teriam dado estes dias loucos na OpenAI.

A OpenAI dedica-se à investigação em inteligência artificial, com o objetivo de criar uma inteligência artificial geral (AGI) que possa beneficiar a humanidade, sem causar danos ou ser controlada por interesses particulares.

A empresa foi fundada em 2015 por um grupo de empreendedores e cientistas, entre os quais se destacam Elon Musk, cofundador da Tesla e da SpaceX, e Sam Altman, antigo presidente da Y Combinator, uma aceleradora de startups. A OpenAI é conhecida pelos seus projetos inovadores, como o ChatGPT, um modelo de linguagem natural capaz de gerar textos coerentes sobre qualquer tema.

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Jorge Montez

Jorge Montez

é um dos fundadores do TecheNet, juntamente com Alfredo Beleza. Jornalista freelance, colaborou com conteúdos multimédia para alguns dos principais média portugueses. Foi redator, repórter e editor de jornais nacionais. Vencedor do Prémio Jornalismo / Média 2017 da Associação Portuguesa de Museologia

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