A Check Point anunciou o reforço da sua estratégia de segurança para IA a 13 de fevereiro de 2026, integrando três aquisições estratégicas para consolidar a proteção das organizações na era da inteligência artificial.
A proposta assenta em quatro pilares concebidos para salvaguardar todo o ciclo de vida da adoção desta tecnologia, desde a produtividade dos colaboradores até ao comportamento de agentes autónomos.
Através da integração das plataformas da Cyata, Cyclops e Rotate, a tecnológica reforça a sua Infinity Platform para oferecer visibilidade e prevenção em ambientes de nuvem híbrida e espaços de trabalho digitais.

Os quatro pilares da arquitetura de segurança
A nova estratégia de segurança para IA reflete a forma como as organizações operam atualmente, focando-se na prevenção de ameaças em toda a infraestrutura empresarial.
- AI Security: Protege a utilização de ferramentas de produtividade, aplicações empresariais e agentes autónomos de IA.
- Hybrid Mesh Network Security: Utiliza uma arquitetura unificada, alimentada por IA, para proteger redes distribuídas em nuvens híbridas e centros de dados.
- Workspace Security: Centra-se na defesa de terminais, navegadores, correio eletrónico e plataformas de colaboração SaaS.
- Exposure Management: Permite a visibilidade abrangente sobre as superfícies de ataque para priorizar riscos com base no contexto do negócio.
Aquisições estratégicas para a Infinity Platform
Para acelerar a execução sua estratégia de segurança para IA, a Check Point incorporou tecnologias especializadas que expandem a capacidade de resposta da sua plataforma aberta.
| Empresa Adquirida | Especialização Técnica | Funcionalidade Integrada |
| Cyata | Gestão de identidade para agentes de IA | Monitorização de permissões e políticas automáticas |
| Cyclops | Gestão de superfície de ataque (CAASM) | Consolidação de dados e visibilidade total de ativos |
| Rotate | Proteção centralizada para MSP | Segurança em forças de trabalho distribuídas e SaaS |
Conclusão
Segundo Roi Karo, Chief Strategy Officer da Check Point, a evolução da IA exige que a segurança seja repensada de raiz para proteger as redes e os espaços de trabalho. A aposta num modelo de “open garden” visa garantir que estas novas capacidades se integrem de forma simples em ecossistemas multi-vendedor já existentes. O sucesso desta unificação será determinante para reduzir o risco operacional das mais de 100.000 organizações que utilizam as soluções da marca a nível global.
Outros artigos interessantes:










