A corrida pela melhor autonomia no mercado de smartphones premium tem um líder incontestado nos últimos anos: o iPhone Pro Max. E se a concorrência esperava que a Apple estagnasse, as notícias não são animadoras. Uma nova fuga de informação, proveniente da cadeia de abastecimento asiática, sugere que o próximo iPhone 18 Pro Max, previsto para setembro de 2026, vai aumentar ainda mais a capacidade da sua bateria, potencialmente atingindo os 5.200 mAh em mercados internacionais.
Esta informação, partilhada pelo reputado leaker Digital Chat Station na rede social Weibo, aponta para uma estratégia da Apple que combina o aumento físico da capacidade com avanços revolucionários na eficiência do processador, criando o que poderá ser o “rei da bateria” definitivo.

China vs. Mundo: o mistério dos 200 mAh extra
O leak detalha uma nuance técnica interessante sobre a construção interna do dispositivo. Segundo a fonte, a Apple está a testar duas capacidades de bateria distintas, dependendo da região:
- Versão Chinesa: Deverá rondar os 5.000 mAh. A razão para esta capacidade “menor” prende-se com a necessidade de incluir um suporte físico para dois cartões SIM (Dual SIM), uma exigência do mercado chinês que ocupa espaço precioso no interior do chassis.
- Versão Internacional: Os protótipos internacionais (provavelmente modelos apenas com eSIM ou SIM único) estão a testar capacidades entre 5.100 e 5.200 mAh. Sem a “gordura” do leitor de cartões físicos duplo, a Apple consegue aproveitar cada milímetro cúbico livre para densidade energética.
Se o valor de 5.200 mAh se confirmar, representa um aumento face aos 5.088 mAh do atual iPhone 17 Pro Max. Pode parecer um salto modesto no papel, mas no mundo da eficiência da Apple, cada mAh conta.
A “Arma Secreta”: o chip A20 Pro de 2nm
O verdadeiro salto na autonomia não virá apenas do tamanho do tanque, mas da eficiência do motor. O iPhone 18 Pro Max deverá estrear o processador A20 Pro, que se rumoreja ser fabricado com o novo processo de 2 nanómetros (2nm) da TSMC.
A transição para 2nm é um marco na indústria dos semicondutores. Chips mais pequenos e densos consomem significativamente menos energia para realizar as mesmas tarefas. Se a Apple conseguir combinar uma bateria maior (5.200 mAh) com um chip radicalmente mais eficiente, o resultado poderá ser uma duração de bateria que ultrapassa confortavelmente a marca dos dois dias de uso, deixando para trás concorrentes como a Samsung, que segundo rumores, manterá os 5.000 mAh no Galaxy S26 Ultra.

A Apple a afastar-se da concorrência
Esta estratégia reforça o fosso entre o iPhone e o resto do mercado Android. Enquanto muitas marcas Android apostam em carregamentos ultra-rápidos de 100W para compensar baterias que drenam depressa, a Apple mantém-se fiel à filosofia de “carregar devagar, durar muito”.
Com o lançamento esperado para setembro de 2026, o iPhone 18 Pro Max perfila-se como um dispositivo focado na resistência e na eficiência, preparado para lidar com as exigências crescentes da Inteligência Artificial sem obrigar o utilizador a andar com uma power bank atrás.
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