A estreia de Gritos 7 marcou um novo capítulo de sucesso para o terror em Portugal, ao registar a melhor abertura de sempre da saga no país. Com uma entrada direta para o primeiro lugar do top de vendas nacional, o filme atraiu 28.856 espectadores às salas de cinema no seu fim de semana de estreia, gerando uma receita de 219.024 euros. Estes indicadores consolidam a obra como a maior estreia de terror em 2026 no mercado nacional.

Gritos 7: o regresso de Sidney Prescott
Neste novo capítulo, Sidney Prescott (Neve Campbell) tenta manter a tranquilidade na cidade pacata onde construiu uma nova vida. No entanto, os seus piores pesadelos ganham vida quando surge um novo assassino Ghostface, que coloca a sua filha (Isabel May) como o próximo alvo. Determinada a proteger a sua família, Sidney é obrigada a enfrentar os terrores do seu passado para pôr um fim definitivo à matança.
“Gritos” vs “Pânico”: A curiosidade linguística
O lançamento do filme reativou uma discussão clássica entre os fãs lusófonos: a adaptação dos títulos. Enquanto em Portugal a saga é conhecida como Gritos, no Brasil o título escolhido foi Pânico.
Para celebrar esta diversidade, a Paramount Pictures Brasil e a NOS Audiovisuais, , representante da Paramount Pictures em Portugal, lançaram uma iniciativa conjunta nas redes sociais. A proposta convida os espetadores a:
- Comparar as diferentes traduções de títulos de filmes entre os dois países.
- Votar nas versões que consideram mais fiéis ao original.
- Escolher as adaptações mais criativas ou memoráveis.
Dados da estreia em Portugal (Fim de semana de abertura)
| Indicador | Valor Registado |
| Espetadores | 28.856 |
| Receita de Bilheteira | 219.024 € |
| Posição no Box-office | 1.º Lugar |
| Estatuto | Melhor abertura da saga em Portugal |
Conclusão
O desempenho de Gritos 7 confirma que o público português mantém uma ligação profunda com o terror clássico, especialmente quando este é elevado por figuras centrais da cultura pop como Neve Campbell. A estratégia de envolver as comunidades de Portugal e Brasil num debate linguístico revela-se uma forma inteligente de expandir o alcance do filme para além do ecrã, alimentando o ecossistema digital com nostalgia e entretenimento.
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