A duração da bateria é, sem dúvida, um dos pontos que mais condiciona a tua experiência com um smartphone. Se utilizas um iPhone, sabes que a gestão da energia nem sempre foi linear, especialmente após grandes atualizações de software. No entanto, 2026 promete ser o ano da viragem para a Apple. Com o lançamento da linha iPhone 18 e do sistema operativo iOS 27, a tecnológica de Cupertino prepara-se para atacar duas frentes em simultâneo: o aumento físico da capacidade das baterias e uma otimização profunda do código de sistema.
O fim do consumo excessivo de energia no software
Historicamente, muitos utilizadores queixam-se de que as novas versões do iOS parecem “devorar” a carga do telemóvel, pelo menos nas primeiras semanas. Este fenómeno deve-se, em grande parte, a processos de indexação de ficheiros e fotos que ocorrem em segundo plano. Com o iOS 27, cujo nome de código interno terá sido alterado de Buttercup para Rave (indicando uma abordagem mais agressiva na performance), a Apple quer mudar este cenário.
O plano passa por uma reescrita de partes fundamentais do sistema operativo. Em vez de permitir que o software consuma recursos de forma descontrolada, os engenheiros estão a focar-se em limpar código redundante. Aplicações nativas e utilitários básicos, como a calculadora ou a bússola, estão a ser otimizados para que o seu funcionamento exija o mínimo esforço possível ao processador. Esta eficiência “invisível” liberta margem de manobra para as tarefas que realmente importam no teu dia a dia, garantindo que a percentagem da bateria não desça drasticamente enquanto o telemóvel está no bolso.

Uma nova gestão para a inteligência artificial
A introdução de funcionalidades avançadas de Inteligência Artificial (IA) é um dos grandes pilares do iPhone 18. Graças a uma parceria de peso com a Google — que envolve o pagamento de mil milhões de dólares anuais por um modelo de linguagem com 1,2 biliões de parâmetros —, a Siri será finalmente transformada num assistente inteligente capaz de rivalizar com o ChatGPT. Todavia, processar tanta informação exige muito do hardware.
Para evitar que a IA esgote a bateria em poucas horas, o iOS 27 trará uma gestão inteligente do Motor Neural (Neural Engine). A ideia é que o sistema não entregue toda a potência de uma só vez. Através de um método de “alimentação gota-a-gota”, as tarefas de IA serão distribuídas de forma faseada, tendo em conta a temperatura do dispositivo e a saúde da bateria no momento. Isto significa que terás um assistente muito mais esperto sem teres de carregar o iPhone a meio da tarde.
iPhone 18 Pro Max quebra a barreira dos 5.000 mAh
Se o software faz a sua parte na poupança, o hardware do iPhone 18 dará o suporte físico necessário para uma autonomia sem precedentes. Pela primeira vez na história da marca, um modelo deverá ultrapassar a mítica barreira dos 5.000 mAh de capacidade. Estamos a falar do iPhone 18 Pro Max, que poderá vir equipado com uma célula de 5.088 mAh.
Esta mudança é significativa, especialmente quando comparamos com os modelos de gerações anteriores que, embora eficientes, mantinham capacidades inferiores à concorrência direta no mundo Android. Mas não é apenas o modelo maior que recebe melhorias. O iPhone 18 Pro deverá registar um salto ainda mais impressionante em termos percentuais. As fugas de informação apontam para um aumento de 18,7% na capacidade, passando de 3.582 mAh para uns muito mais robustos 4.252 mAh. Se costumas sentir que o modelo Pro standard fica um pouco aquém no fim de um dia de uso intensivo, esta atualização será decisiva para ti.
O segredo da indexação inteligente após a atualização
Lembras-te daquela sensação de o teu iPhone aquecer imenso e perder bateria rapidamente nos dois dias seguintes a uma atualização? Isso acontece porque o sistema precisa de reindexar toda a tua galeria de fotos e documentos para que as pesquisas funcionem corretamente. Mark Gurman, um dos especialistas mais reputados do setor, indica que a Apple encontrou uma solução no iOS 27.
O novo sistema de gestão de processos vai estender este período de indexação por mais tempo, em vez de tentar concluir tudo nas primeiras 48 horas. Ao distribuir este esforço de processamento, o iPhone mantém-se mais fresco e a descarga da bateria torna-se quase impercetível para o utilizador. É uma abordagem lógica que privilegia a estabilidade do dispositivo em vez da rapidez imediata de um processo de fundo que a maioria das pessoas nem sabe que existe.
Com o lançamento previsto para setembro de 2026, a família iPhone 18 (que deverá incluir os modelos Pro, Pro Max e o muito aguardado iPhone 18 Fold) posiciona-se como o salto tecnológico mais focado na utilidade prática dos últimos anos. Menos calor, mais inteligência e, acima de tudo, muito mais tempo longe da tomada.
Outros artigos interessantes:










