O ASUS ExpertBook B5 G2 foi anunciado hoje como a nova aposta da tecnológica no segmento dos Copilot+ PC para o setor profissional. Equipado com os processadores Intel Core Ultra 7 Série 3, o dispositivo foi desenhado para processar fluxos de trabalho locais baseados em inteligência artificial (IA). O portátil combina uma estrutura leve de 1,38 kg com uma bateria que promete autonomia até 19 horas, visando a produtividade contínua fora do escritório.


Processamento neural e ferramentas de produtividade
A marca alega que o processador integra uma NPU (Unidade de Processamento Neural) capaz de atingir os 50 TOPS, o que permite lidar com multitarefa exigente sem comprometer a eficiência energética. A inclusão do software ASUS MyExpert e do Microsoft Copilot visa simplificar a gestão de ficheiros, a escrita de e-mails e a transcrição automática de reuniões através de IA. O sistema operativo Windows 11 Pro suporta funcionalidades como o Recall e Live Captions, otimizadas para este hardware.
Segurança de nível empresarial e construção
No capítulo da proteção de dados, o sistema ExpertGuardian oferece uma BIOS compatível com a norma NIST SP 800-193 e autenticação biométrica FIDO2. O portátil ASUS ExpertBook B5 G2 possui ainda um chip TPM 2.0 discreto para o armazenamento seguro de chaves de encriptação e BIOS dupla para evitar falhas críticas nas atualizações. A estrutura em alumínio cumpre o padrão militar US MIL-STD-810H, o que sugere elevada resistência a impactos e desgaste.
Especificações Técnicas: ASUS ExpertBook B5 G2





| Componente | Detalhe Técnico |
| Processador | Intel Core Ultra 7 Série 3 (NPU até 50 TOPS) |
| Memória RAM | Até 96 GB DDR5 5600 MT/s |
| Armazenamento | SSD M.2 até 4 TB PCIe 5.0 |
| Ecrã | 14 ou 16 polegadas (16:10) antirreflexo |
| Peso | A partir de 1,38 kg |
| Conetividade | WiFi 7, Bluetooth 6 e Thunderbolt 4 |
Conclusão analítica: o impacto da IA no local
A aposta no ASUS ExpertBook B5 G2 reflete a transição do mercado para o processamento de IA em local (Edge AI), reduzindo a dependência da nuvem para tarefas de produtividade. Embora as especificações técnicas prometam robustez e autonomia, a viabilidade para as empresas portuguesas dependerá da competitividade do preço final, que permanece sob consulta. O suporte para WiFi 7 e portas Thunderbolt 4 garante que o dispositivo está preparado para a infraestrutura de rede de próxima geração.
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