TecheNet
  • Mobile
    • APPLE
    • APPS
    • GOOGLE
    • HUAWEI
    • ONEPLUS
    • SAMSUNG
    • XIAOMI
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Retrolhada#1: Pokémon Yellow

Carlos Duarte por Carlos Duarte
16/02/2016 - Atualizado a 06/03/2021
Em Jogos

20 anos. Duas décadas. É muito tempo. Mais ou menos o tempo (psicológico para mim) que demorou até voltar ao activo. Mais uma vez, muito tempo.

Mas voltei. Para assinalar o regresso à escrita compulsiva e constante – yey! -, inicio uma nova rúbrica aqui no TecheNet. Retrolhada.

Que como o nome indica, será retro.

Ok, o nome não é o mais inteligente do mundo. Tentemos que o conteúdo se mantenha com a qualidade habitual (?).

Para começar, nada melhor do que falar da franchise que celebra 20 anos em 2016 – Pokémon. Contudo, não falarei de todas as versões. Vou apenas centrar-me no meu primeiro cartucho amarelo-claro. Ou seja, no Pokémon Yellow.

Corria o ano de 1999. Por volta desta altura, o fascínio Dragon Ball estava a começar a perder um pouco do seu gás inicial, dando lugar a uma nova saga recheada de cartas, autocolantes, bonecos, jogos, séries, filmes – Pokémon. Era vê-los, os pequenitos, em círculo no recreio, de Game Boy em riste, todos conectados por cabos, trocando e batalhando pelo título do melhor treinador de Pokémon da escola. Menos eu.

Eu não tinha nem o Pokémon Red, nem o Blue, portanto apenas via de fora. Como um pequeno Bug Catcher, nada mais que um imponente espectador de tão pequenos Reds e Blues, prontos a conquistar os 8 crachás. Até que um dia, por chegar ao 4º ano, sou recompensado com o Pokémon Yellow. Não era o Charizard, nem o Blastoise na capa. Era o pequeno Pikachu.

Isto tornou-me o miúdo esquisito na escola. Primeiro, porque o meu jogo tinha gráficos muito mais desenvolvidos ao nível dos sprites (este jogo foi lançado uns anos mais tarde para alinhar os títulos originais ao enredo do anime). Depois, porque o meu Pikachu, contrariamente aos restantes jogos, andava fora da Pokébola e, mais importante que tudo, falava.

Não estão a perceber o que isto significava. Todos tinham os seus favoritos – Dragonite, Mewtwo, Snorlax, Machamp. Todos imaginavam gritos épicos de batalha. Porém, o que tinham era qualquer coisa como RRRBISGJSIGSIRR. Ou seja, isto:

Menos eu. Eu tinha um pequeno Pikachu que não evoluía para Raichu, que aprendia o Slam e o Thunderbolt de forma natural, e que falava como na série. I kid you not – o pequeno amontoado de pixels, para além de correr atrás de mim, gritava PI-KA-CHUUU. Mas não foi só isso que me catapultou para o topo da cadeia Pokémon na minha escola.

Todos os meus colegas tinham de fazer uma negociação muito dura para conseguir um Starter (Charmander, Squirtle, Bulbasaur) diferente dos seus, pois só existia um no início do jogo. Menos eu. Eu tinha acesso, durante o jogo, aos três, colocando-me numa equipa épica de destruição. E por algum tempo surpreendi todos os utilizadores do combo Mewtwo-Alakazam-Dragonite. Até ter percebido que, se o Dragonite ainda marchava com o Ice Beam, o Alakazam matava-me em 3 Psychic. Se tivesse a sorte de o conseguir paralisar e vencer, era absolutamente dizimado pelo Mewtwo.

RAISPARTA O MEWTWO, PÁ!

Fora este pormenor técnico, o meu jogo era especial. Tinha a Jesse e o James. Tinha a enfermeira Joy. Tinha um Pikachu falante. No fundo era o mesmo jogo que a versão vermelha e azul. Contudo, parecia uma versão completamente diferente.

Depois de escrever este texto, voltei a jogá-lo. Diverti-me novamente, ao sabor duma experiência Pokémon bem mais simples e fácil que nos títulos originais. Claro que gritei mil vezes no ginásio da Sabrina – PORQUE SONHOS SÃO QUEBRADOS AO SOM DAQUELE ALAKAZAM – mas no fundo, continua a ser um título viciante.

Se conseguirmos ultrapassar os menus absolutamente retrógrados, o limite de items, os gráficos ultrapassados e a balança completamente desnivelada para os Pokémon do tipo Dragão e Psíquico.

Também, se não o fizéssemos, não seria um retrolhada!

 

Tags: Game BoypokémonPokémon YellowRetrolhada
PartilhaTweetEnvia
Carlos Duarte

Carlos Duarte

Geek desde a primeira consola, escritor desde o primeiro lápis. Gosta de videojogos, memes, esparguete à bolonhesa e o Boavista é o clube do seu coração.

Artigos relacionados

State of play 2026
Gaming

State of Play 2026: Kratos regressa com remake da trilogia original

14/02/2026
Lego art claude monet: o impressionismo ganha vida em 3. 179 peças
Jogos

LEGO Art Claude Monet: o Impressionismo ganha vida em 3.179 peças

11/02/2026
Horizon hunters gathering: 3 jogadores contra máquinas letais
Jogos

Horizon Hunters Gathering: 3 jogadores contra máquinas letais

07/02/2026
Chappel roan fortnite (2)
Jogos

Fortnite Festival Season 13: Chappell Roan estreia-se com ‘Pink Pony Club’

04/02/2026
Hytale: o mistério do dark hide e dark leather explicados
Jogos

Hytale: o mistério do Dark Hide e Dark Leather explicados

02/02/2026
Hytale vale a pena
Jogos

Hytale: browser de mods oficial confirmado para depois do lançamento

02/02/2026

Comentários

Últimas notícias

Autocaravana

A autocaravana do futuro

14/02/2026
Anthropic atinge avaliação de 380 mil milhões de dólares

Anthropic atinge avaliação de 380 mil milhões de dólares

14/02/2026
State of play 2026

State of Play 2026: Kratos regressa com remake da trilogia original

14/02/2026
QNAP

GhostChat: ESET deteta spyware Android em esquema de chat

Xiaomi suspende todas as atualizações do HyperOS até março

Sondagens no WhatsApp vão ter mais privacidade e data de validade

Huawei Mate 80 domina vendas na China e trava queda no mercado

O Google Docs já lê os resumos por ti com o novo Gemini Audio

Sony WF-1000XM6: 25% mais silêncio e áudio de 32 bits

Xiaomi 18: Imagem revelada mostra design inspirado na Apple

God of War: Sons of Sparta chega de surpresa à PlayStation 5

Samsung prepara lançamento dos Galaxy S26 com publicidade 3D global

GTIG AI Threat Tracker: Destilação, experimentação e o uso malicioso da IA

Vazamentos revelam tudo sobre o novo Google Pixel 10a

Nothing Phone 4a Pro surge no Geekbench com novo processador

Xiaomi 18: o novo gigante compacto com câmara de 200 MP

Huawei e Apple elevam a fasquia nas comunicações por satélite

Apple facilita o adeus ao iPhone: iOS 26.3 traz ferramenta nativa

O teu Pixel acaba de receber uma melhoria na VPN que vais adorar

Estás pronto? State of Play traz trailers épicos hoje às 22h00

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco, envie a sua pergunta aqui
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
    • APPLE
    • APPS
    • GOOGLE
    • HUAWEI
    • ONEPLUS
    • SAMSUNG
    • XIAOMI
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.