TecheNet
  • Mobile
    • APPLE
    • APPS
    • GOOGLE
    • HUAWEI
    • ONEPLUS
    • SAMSUNG
    • XIAOMI
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Marco Civil na Internet: saiba mais sobre o quesito “neutralidade da rede”

Cláudia Assis por Cláudia Assis
25/03/2014 - Atualizado a 24/06/2014
Em Internet

De todas as propostas apresentadas pelo Marco Civil da Internet, aprovado pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira (25), uma das mais polêmicas e significativas é a “neutralidade da rede”, um dos pilares fundamentais do projeto que tem gerado alguma confusão.

Os defensores da proposta explicam que sem a neutralidade, não é possível garantir a todos os cidadãos o direito de livre acesso à internet. Por parte dos provedores de internet, a reclamação é a de que a “neutralidade” como proposta na lei acabará por encarecer o acesso à web.

Contudo, o Marco Civil defende que não deve haver “pedágios” na internet. Com isso, nenhuma empresa poderá criar barreiras para algum tipo de conteúdo partindo de qualquer tipo de interesse financeiro. Para facilitar o entendimento sobre o tema, tem sido utilizado como exemplo comparativo os planos de TV por assinatura, nos quais o cliente contrata pacotes de serviços. Deste modo, sem a nova legislação, se as operadoras decidissem cobrar R$ 30 mensais para acesso a e-mails, mas vetando o acesso a YouTube, Netflix e Skype, que consomem muito mais banda, isso seria permitido.

Para as empresas, a neutralidade total “mata” a possibilidade de oferecer pacotes mais acessíveis. Por outro lado, os defensores do projeto garantem que a não-aprovação seria uma medida “antipopular” e que criaria ainda mais exclusão social, impedindo que os mais pobres tivessem acesso aos serviços mais caros.

“Mas isso ainda não existe, então como funcionará na prática o Marco Civil ?”

Embora o exemplo dado acima seja um tanto exagerado, não é um cenário impossível! Já há outras maneiras menos invasivas que sendo praticadas na internet brasileira. A mais conhecida é o “traffic shaping” (“modelagem de tráfego”), que permite o gerenciamento da banda que o utilizador recebe, tem em conta diversos critérios.

A empresa responsável pelos serviços de internet pode restringir a velocidade que o utilizador pode atingir ao fazer downloads via torrent ou outros protocolos P2P. Contudo, isso também poderia ser feito para favorecer parceiros comerciais.

Imagine-se que existem dois sites, o GPI (Grande Portal de Internet) e o PNTP (Portal não tão popular). Enquanto o GPI é endinheirado, o PNTP passa por uma crise e não tem tantos recursos financeiros. Sem que haja “neutralidade”, nada impede que o GPI pague à operadora para garantir que os seus utilizadores acessem o site com velocidade máxima, prejudicando quem tenta acessar o PNTP, que acaba por sofrer prejuízos em vários níveis graças à lentidão da conexão. Em crise, e sem poder arcar com esta despesa extra, a tendência é que seus utilizadores acabem migrando para a página que na qual consigam acessar com mais facilidade.

Parece um cenário exagerado, mas nos Estados Unidos essa já é uma realidade: a Netflix, por exemplo, já está precisando fechar acordos com provedores de internet para que seus utilizadores consigam acessar seu conteúdo sem que a sua conexão seja prejudicada

“Mas o Marco Civil prevê alguma exceção à neutralidade?”

Sim e não. A lei não deixa brechas para que as empresas possam realizar alguma das ações citadas acima por conta própria, mas deixa espaço para que o Governo abra exceções em caso de “requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações” e “priorização a serviços de emergência”.

Este ponto foi um dos mais polêmicos do projeto, já que a redação inicial previa que as exceções a esta regra seriam reguladas por decretos presidenciais. Para os partidos de oposição, isso era considerado um poder excessivo. Exatamente por isso, após muitas negociações, ficou acertado que possíveis decisões necessitariam da participação direta da Anatel e o CGI.br.

Da Redação TecheNet

Tags: internetLegislaçãoMarco Civil
PartilhaTweetEnvia
Cláudia Assis

Cláudia Assis

A Menina Digital agora está no Techenet: tudo sobre Marketing Digital, com super dicas sobre Marketing de Conteúdo, Inbound Marketing, Redes Sociais e Search Engine Optimization (SEO).

Artigos relacionados

Opera neon ganha pesquisa profunda em 1 minuto e gemini 3 pro
Internet

Opera Neon ganha pesquisa profunda em 1 minuto e Gemini 3 Pro

01/12/2025
Impulsionando o futuro: por que a confiança é o motor inegociável do sucesso digital
Internet

Impulsionando o futuro: por que a confiança é o motor inegociável do sucesso digital

27/11/2025 - Atualizado a 30/11/2025
Jogos de casino fáceis e divertidos para a sua próxima festa
Internet

Traga Vegas para casa: jogos de casino fáceis e divertidos para a sua próxima festa

20/11/2025 - Atualizado a 23/11/2025
Falha cloudflare: erro interno de configuração, e não ciberataque, paralisa serviços globais
Internet

Falha Cloudflare: Erro interno de configuração, e não ciberataque, paralisa serviços globais

19/11/2025
Ultrapassar o limite de velocidade numa rede ethernet
Dicas

Como ultrapassar o limite de velocidade numa rede Ethernet

15/11/2025
Digi garante cobertura 5g total em todas as linhas do metro do porto
Internet

DIGI garante cobertura 5G total em todas as linhas do Metro do Porto

05/11/2025

Comentários

Últimas notícias

Macbook pro aple 2023

MacBook Pro OLED chega este ano com ecrã Samsung e chip M6

05/02/2026
Coloros 16

ColorOS 16: vê se o teu Oppo já recebe o Android 16 na fase final

05/02/2026
Samsung chips ia

Samsung acelera produção de chips HBM4 para dominar lucros da IA

05/02/2026
QNAP

Honor Magic V6: dobrável com carregamento de 120W e satélite confirmado

Huawei lança IA que elimina o “efeito moiré” ao fotografar ecrãs

Claude ataca ChatGPT na Super Bowl: “Aqui nunca haverá anúncios”

LG OLED de 65″: oportunidade única para ter cinema em casa com desconto

Google Pixel 10a: imagens revelam design idêntico e preço de 549€

Sony ULT Wear: auscultadores com ANC de topo e 50h de bateria com desconto histórico

Luzes noturnas Hama Cozy: iluminação automática inteligente

PowerShot G7 X Mark III: Canon celebra 30 anos da gama com edição limitada

Xiaomi lança compressor de bolso: 150 PSI e 240g para levar para todo o lado

Huawei marca evento global em Madrid: Runner Watch e Mate 80 a caminho?

Terramoto na Realme: OPPO assume controlo e despedimentos começam

Monitor duplo portátil com 100€ de desconto: o escritório móvel definitivo

MacBook Air M4 com desconto: a oportunidade ideal para durar uma década

Galaxy Z Flip 7 Olympic Edition: a prenda de luxo da Samsung para os atletas

Galaxy S21: Samsung encerra suporte de software e diz adeus ao antigo topo de gama

Fallout T2: O final explicado, quem sobreviveu e o que esperar da 3.ª temporada

Como calar o ChatGPT e o Gemini: o truque para acabar com as explicações longas

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco, envie a sua pergunta aqui
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
    • APPLE
    • APPS
    • GOOGLE
    • HUAWEI
    • ONEPLUS
    • SAMSUNG
    • XIAOMI
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.