TecheNet
  • Mobile
    • APPLE
    • APPS
    • GOOGLE
    • HUAWEI
    • ONEPLUS
    • SAMSUNG
    • XIAOMI
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Violação: Crime público ou semipúblico?

Cristina Monteiro por Cristina Monteiro
01/04/2023
Em Direitos com causa

O Parlamento discutiu na quinta-feira, 30 de março, cinco projetos de lei relativos ao crime de violação, em que quatro deles defendem a consagração como crime público para o crime de violação e outros crimes contra a liberdade sexual.

Violação: crime público ou semipúblico?

O Partido Socialista propôs  que as vítimas de violação possam apresentar queixa no prazo de um ano e que sejam dispensadas da prova de insuficiência económica, enquanto outros partidos vão defender a consagração como crime público.

O Parlamento discutiu na quinta-feira, 30 de março, cinco projetos de lei relativos ao crime de violação, em que quatro deles defendem a consagração como crime público para o crime de violação e outros crimes contra a liberdade sexual.

Em causa estão projetos de lei do Bloco de Esquerda (BE), Chega, partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) e Iniciativa Liberal (IL), além de uma petição, que reuniu mais de 107 mil assinaturas pela “Urgência em legislar no sentido da conversão do crime de violação em crime público”.

O projeto de lei do PS, por outro lado, defende que o crime de violação se mantenha como crime semipúblico, sublinhando que a opção do legislador vá no sentido de valorizar a autonomia da vítima em relação às opções sobre as respostas de que necessitam depois da ocorrência do crime.

O PS entende “que ainda é possível contribuir para uma melhoria das normas penais relativas aos crimes contra a liberdade sexual” e propõe o alargamento do prazo durante o qual é possível apresentar queixa dos atuais seis meses para um ano.

Por outro lado, defende a criação de uma “via verde” no acesso ao direito, “dispensando as vítimas da prova da insuficiência económica”, à semelhança do que já acontece com as vítimas de violência doméstica.

A consagração como crime público da violação tem a discordância da Associação de Mulheres Contra a Violência (AMCV), para a qual a estratégia deve ser de proteção das vítimas e a manutenção como crime semipúblico, defendendo que “não é ético” avançar com leis quando não há serviços na comunidade.

“E o que acontece é que as mulheres são atiradas para os tribunais e para os serviços sem que os profissionais saibam muitas vezes o que estão a fazer e não criámos a rede especializada “, apontou a presidente da associação.

Segundo Margarida Medina Martins, à semelhança do que acontece com a violência doméstica, há uma rede de serviços, mas ainda não foi possível estabilizar os modelos de intervenção e nem todas os técnicos têm os mesmos referenciais de intervenção.

Na opinião da responsável, a violação como crime público não beneficia as vítimas e penaliza-as duplamente, já que ficam “mutiladas pelo violador”, e “abandonadas pelos serviços” e pelo sistema, que “é persecutório, não é apoiante e é ignorante”.

A presidente da AMCV apontou, por outro lado, que o alargamento do direito de denúncia tem de ser diferente do direito de perícia, defendendo que sejam feitas perícias médico-legais independentemente de a vítima querer ou não apresentar queixa.

Outros artigos interessantes:

  • POBREZA: Um mal com diferentes remédios
  • Do Sufrágio à Solidariedade: Um olhar histórico sobre o Dia Internacional da Mulher
Tags: crimecrime públicocrime semipúblicoParlamentoviolaçãovítima
PartilhaTweetEnvia
Cristina Monteiro

Cristina Monteiro

Mulher, mãe, feminista e democrata. Advogada, em Portugal desde 1991, ativista desde sempre. Aos dias de hoje tem como principal função a consultadoria ao Observatório Internacional dos Direitos Humanos (OIHD) e a ONG`S no âmbito da defesa da igualdade de género e, por força da guerra na Ucrânia, consultadoria a ONG`S que estão a apoiar estes migrantes em todas as suas vertentes.

Artigos relacionados

Nova campanha de natal da vodafone combate a masculinidade tóxica
Empresas

Nova campanha de Natal da Vodafone combate a masculinidade tóxica

02/12/2025
Evento debate desafios da violência sexual online contra crianças
Direitos com causa

Evento debate desafios da violência sexual online contra crianças

16/12/2024
Criminalarizar o stealthing: mais de 2600 assinaram a petição pública
Direitos com causa

Criminalarizar o stealthing: mais de 2700 assinaram a petição pública

18/11/2024
Mulheres no mercado de trabalho: desafios persistem apesar de lentas mudanças
Direitos com causa

Mulheres no mercado de trabalho: desafios persistem apesar de lentas mudanças

01/04/2024
A ascensão das criptomoedas na filantropia
Criptomoedas

A ascensão das criptomoedas na filantropia

06/09/2023
Gestão de expectativas no voluntariado
Direitos com causa

Gestão de Expectativas no Voluntariado

29/04/2023

Últimas notícias

Xiaomi novo compressor

Xiaomi lança compressor de bolso: 150 PSI e 240g para levar para todo o lado

05/02/2026
Huawei produtos globais

Huawei marca evento global em Madrid: Runner Watch e Mate 80 a caminho?

05/02/2026
Realme oppo

Terramoto na Realme: OPPO assume controlo e despedimentos começam

05/02/2026
QNAP

Monitor duplo portátil com 100€ de desconto: o escritório móvel definitivo

MacBook Air M4 com desconto: a oportunidade ideal para durar uma década

Galaxy Z Flip 7 Olympic Edition: a prenda de luxo da Samsung para os atletas

Galaxy S21: Samsung encerra suporte de software e diz adeus ao antigo topo de gama

Fallout T2: O final explicado, quem sobreviveu e o que esperar da 3.ª temporada

Como calar o ChatGPT e o Gemini: o truque para acabar com as explicações longas

Huawei Pura X2: o novo dobrável cresce e transforma-se num ‘MatePad Mini’

Gemini ganha vida: IA vai controlar as tuas apps e pedir Uber por ti

Samsung Galaxy S26: novos vídeos oficiais prometem zoom incrível e vídeo noturno brilhante

Fortnite Festival Season 13: Chappell Roan estreia-se com ‘Pink Pony Club’

Honor Magic V6: dobrável estreia ‘caneta multiespectral’ e bateria de 7.000 mAh

Lenovo Legion Y700: o tablet de 8.8 polegadas mais potente do mundo está de volta

OPPO Find X10: câmara frontal quadrada para selfies perfeitas sem rodar

Xiaomi vai produzir a “Lente Magnética” de 100 MP: o futuro da fotografia chegou?

Alerta Apple Pay: o novo esquema sofisticado que quer os teus dados

Google Pixel 10 Pro: desconto de 350€ regressa à Amazon

Google Pixel vence crise de 2026: crescimento de 19% previsto enquanto mercado cai

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco, envie a sua pergunta aqui
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
    • APPLE
    • APPS
    • GOOGLE
    • HUAWEI
    • ONEPLUS
    • SAMSUNG
    • XIAOMI
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.