TecheNet
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Spin-off tático de PUBG cancelado poucas semanas após o lançamento

Vitor Urbano por Vitor Urbano
30/03/2026
Em Jogos, Gaming

A indústria dos videojogos consegue ser implacável, mesmo para as produtoras que detêm algumas das marcas mais valiosas do mundo. Se acompanhas o mercado, sabes perfeitamente que o PlayerUnknown’s Battlegrounds (vulgarmente conhecido como PUBG) foi o grande responsável por popularizar o género Battle Royale, arrastando milhões de jogadores para ilhas virtuais onde apenas um sobrevive. Com este sucesso colossal, a produtora Krafton tentou expandir o universo da franquia com novas abordagens. Uma dessas tentativas foi o PUBG: Blindspot, anunciado no início de 2025. Contudo, a aventura chegou a um fim abrupto.

Apenas algumas semanas após ter entrado na fase de acesso antecipado (Early Access) em fevereiro, a Krafton tomou a decisão drástica de encerrar os servidores. A partir de hoje, dia 30 de março, o jogo fica permanentemente offline e não receberá qualquer atualização futura.

Pubg blindspot

Uma perspetiva totalmente diferente do combate

Para compreenderes o que falhou, é importante analisar o que o PUBG: Blindspot tentou fazer de diferente. Ao contrário do jogo principal, que te coloca numa perspetiva de primeira ou terceira pessoa no meio de um mapa gigantesco, este spin-off apostou num formato de “top-down shooter”. Isto significa que a câmara estava posicionada por cima da ação, oferecendo uma visão isométrica do campo de batalha.

O grande foco deste título era a jogabilidade tática baseada na visão e na linha de visão (line of sight). Num jogo tradicional com câmara superior, costumas ver tudo o que te rodeia. Aqui, os programadores implementaram um sistema rigoroso onde só vias o que o teu personagem conseguia efetivamente ver. Se houvesse um inimigo escondido atrás de uma parede ou num ângulo morto de uma sala, ele não aparecia no teu ecrã.

Esta mecânica forçava uma abordagem extremamente metódica. As partidas desenrolavam-se num formato competitivo de cinco contra cinco (5v5), onde a comunicação e a estratégia eram fundamentais. Para te ajudar nesta tarefa, o jogo disponibilizava:

  • Um arsenal de engenhocas (gadgets) táticas para recolher informação sobre o posicionamento inimigo antes de avançares.
  • Mapas desenhados especificamente com dezenas de esconderijos e corredores apertados para fomentar emboscadas.
  • Mecânicas de invasão de salas que exigiam a verificação constante de todos os cantos e ângulos cegos.

O abismo entre as críticas positivas e a adesão real

O mais curioso em toda a história do PUBG: Blindspot é que o jogo não era mau. De facto, os utilizadores que investiram tempo a experimentar as mecânicas deixaram avaliações maioritariamente positivas. O problema central foi a incapacidade de atrair uma massa crítica de jogadores para sustentar um modelo de jogo como serviço (live-service).

Durante o seu curto período de vida, o título atingiu um pico máximo de apenas cerca de 3200 jogadores em simultâneo. No ecossistema atual dos videojogos multijogador, onde os tempos de espera para encontrar uma partida (matchmaking) ditam a sobrevivência de um projeto, este número é manifestamente insuficiente. O passa-a-palavra positivo não foi forte o suficiente para gerar um influxo de novos curiosos.

O risco dos jogos focados exclusivamente no modo competitivo

A falha deste projeto levanta uma questão pertinente sobre o design de videojogos modernos. O nicho dos “top-down shooters” táticos tem uma base de fãs muito dedicada, mas historicamente, este público prefere experiências a solo ou modos cooperativos locais (PvE), onde podem planear as suas investidas contra a inteligência artificial ao seu próprio ritmo.

Ao forçar um ambiente PvP (jogador contra jogador) altamente competitivo e implacável, a Krafton criou uma barreira de entrada demasiado alta. Quem entrava numa partida corria o risco de ser aniquilado em segundos por equipas mais coordenadas, o que gera frustração e afasta os novatos logo nas primeiras horas de jogo.

Para o utilizador comum que comprou o acesso antecipado, o encerramento de hoje serve como um lembrete duro dos riscos associados à compra de jogos inacabados. O mercado está saturado e os grandes estúdios já não têm paciência para manter servidores abertos à espera que uma comunidade cresça organicamente ao longo de meses. Se o sucesso não for imediato e estrondoso, a ficha é puxada sem qualquer hesitação.

Outros artigos interessantes:

  • Novo truque do Android 17 carrega a tua bateria mais rápido
  • ProArt GoPro Edition chega a Portugal com IA e ecrã OLED 3K
  • ASUS lança ExpertBook B3 G1 e ExpertCenter P600 AiO para empresas
PartilhaTweetEnvia
Vitor Urbano

Vitor Urbano

Frequentou a licenciatura de Desporto em Setúbal e atualmente reside na Letónia. Apaixonado por novas tecnologias e fã do "pequeno" Android desde 2009.

Artigos relacionados

Honor win portátil gaming
Honor

Novo Honor Win: O próximo portátil de gaming da marca já tem data de estreia marcada

03/07/2026
Sony
Sony

Sony apaga conteúdos digitais das bibliotecas da PlayStation

03/07/2026
Steamos gaming pc
Gaming

Erro fatal na nova Steam Machine: A red line of death

03/07/2026

Últimas notícias

A série Huawei Mate 90 vai receber câmara de 200MP

Novo Redmi já testa o processador de 2 nm Snapdragon 8 Elite Gen 6

Internet da Amazon chega este ano para desafiar a Starlink

App Fogos.pt: o teu radar de incêndios para o smartphone

Amália: O modelo português ganha interface direta da LayerX

Novo Honor Win: O próximo portátil de gaming da marca já tem data de estreia marcada

Identificado novo ransomware executado no browser

Anthropic junta-se à Samsung para fabricar os seus próprios chips

Erro 1099 no Google Gemini: como contornar este bloqueio chato

Sony apaga conteúdos digitais das bibliotecas da PlayStation

Google desmantela rede NetNut ligada ao cibercrime

Erro fatal na nova Steam Machine: A red line of death

Meta impõe limites de uso nos seus óculos inteligentes

Samsung encerra a sua aplicação de mensagens e força a mudança

One UI 9: Samsung já testa a atualização em smartphones mais baratos

Elon Musk nega desenvolvimento de smartphone com inteligência artificial da SpaceX

Sequestro de contas do WhatsApp espalha malware à escala global

Samsung Galaxy Glasses: O design final revelado em grande detalhe

Claude Science: Anthropic lança plataforma de IA para cientistas

Apple: A função ocultar o meu e-mail afinal não oculta nada

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • O uso de IA no TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.