A Google decidiu não dar tréguas à concorrência e acaba de revelar o novo Google Pixel 11. Este smartphone continua a equilibrar-se perfeitamente entre um topo de gama e um gama média de luxo, prometendo conquistar o seu espaço no mercado.
O grande destaque desta nova geração é o tão aguardado processador Tensor G6. Desenhado pela própria Google, este chipset de última geração traz melhorias de eficiência que vão certamente fazer a diferença no teu dia a dia.
Embora herde o mesmo cérebro dos modelos Pro, a versão base do Pixel 11 teve de fazer alguns compromissos noutras áreas. Ainda assim, a relação qualidade-preço parece ser cada vez mais o foco da gigante tecnológica.
O primeiro chip de 2nm e adeus ao armazenamento lento
O Tensor G6 marca uma verdadeira viragem no mundo dos smartphones, sendo o primeiro chipset móvel a ser construído sob o processo de 2nm da TSMC. A Google apostou forte na otimização do consumo de energia, mas garante também um salto notório na performance pura. É, no mínimo, promissor ver a marca a tentar afastar-se definitivamente de antigos problemas de eficiência.
Outra excelente notícia é que a empresa decidiu dizer um adeus definitivo às versões base de 128GB. Agora, o Pixel 11 arranca logo nos 256GB de armazenamento interno, perfeitamente combinados com uns generosos 12GB de memória RAM. Isto significa que a velha norma UFS 3.1 ficou para trás, dando lugar a componentes muito mais rápidos para guardares as tuas fotografias, jogos e apps.

Bateria melhorada e um ecrã que já conhecemos
No que toca à autonomia, vais poder contar com uma bateria de 4,985mAh, que a marca promete durar até 30 horas com um uso regular. Para os momentos em que o tempo escasseia, o carregamento com fio permite-te chegar aos 55% de bateria em apenas 30 minutos. E se fores adepto de carregamentos sem fios, a nova tecnologia compatível com os carregadores Pixelsnap consegue ser 25% mais rápida que a geração de 2025.
O ecrã, por outro lado, não sofreu qualquer tipo de revolução. O Pixel 11 mantém um painel LTPS OLED de 6,3 polegadas com resolução 1080p+. Pode parecer um formato pequeno para os padrões atuais, mas é exatamente a mesma aposta de tamanho escolhida para rivais diretos de peso como o iPhone 17 e o Galaxy S26.
A fotografia continua a ser o ponto forte do Pixel
Não há como negar que a magia da Google está no processamento das suas câmaras, mas o Pixel 11 traz melhorias de hardware a condizer. O antigo sensor mais pequeno da geração anterior foi finalmente abandonado, dando lugar a uma câmara principal muito maior e pronta para captar todos os detalhes de luz.
Mas os trunfos fotográficos não ficam por aqui. Ao contrário de alguns rivais da maçã que se ficam por duas lentes, a Google decidiu equipar este modelo base com três câmaras na traseira. A cereja no topo do bolo é que o icónico “visor fotográfico” na traseira conseguiu perder algum volume, oferecendo um design geral muito mais elegante.
- Câmara principal de 48MP com um sensor maior de 1/1.56″
- Lente ultra grande angular de 13MP com 120 graus e sensor de 1/3.1″
- Lente telefoto dedicada de 10.8MP com zoom ótico de 5x
- Câmara frontal de 10.5MP com campo de visão de 95 graus e foco automático
Cores arrojadas mas com um preço a condizer
O novo Pixel 11 vai chegar ao mercado em quatro cores distintas: Frost, Hibiscus, Pistachio e Obsidian. Há, sem dúvida, opções para todos os gostos, desde os tons mais discretos aos mais vibrantes para quem gosta de dar nas vistas com o seu equipamento.
Os dispositivos já se encontram em fase de pré-venda e chegarão de forma oficial às prateleiras no dia 20 de agosto. A parte menos positiva de toda esta revelação? É oficial que estes novos modelos vão chegar ao mercado com um preço superior aos seus antecessores, o que é sempre uma pílula difícil de engolir para os fãs da marca.
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