TecheNet
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Não caia na lacuna de gestão

Hugo Barata por Hugo Barata
13/12/2016 - Atualizado a 12/01/2017
Em Hardware

Os data centers enfrentam atualmente enormes desafios devido à rápida diversificação das aplicações empresariais que geram uma quantidade de informações sem precedentes – contudo, conseguem e podem responder eficazmente adotando cargas de trabalho virtualizadas e infraestruturas convergentes e hiperconvergentes. Seria uma verdadeira desgraça se o baixo desempenho do hardware ou mesmo operadores de data centers sem falhas acedessem às totais capacidades destas soluções.
Contudo, é exatamente isto que está a acontecer em muitos casos – e está a ser causado pela virtualização. A virtualização oferece a salvação a um preço: torna a gestão de energia muito mais complexa, aumentando significativamente as possibilidades dos racks do servidor falharem devido a uma falha de energia num ambiente dinâmico e em rápida mudança.

O impacto da virtualização

O impacto da virtualização na necessidade de energia é duplo. Em primeiro lugar, todos os servidores necessitam de mais energia. As máquinas virtualizadas (VMs) funcionam entre 70% e 80% da capacidade comparado com apenas 10% – 15% para uma máquina não virtualizada. Isto aumenta a necessidade de energia por armário até possivelmente 40 kW. Em segundo lugar, a virtualização permite que as aplicações se movam de um servidor para outro livremente, alterando instantaneamente as necessidades de energia nas infraestruturas existentes e destacando a necessidade de flexibilidade.

Infelizmente, muitas pessoas não reconhecem estas realidades e apenas assumem que a energia estará sempre lá. Esta atitude é um grande erro com várias possíveis consequências. As condições operativas são sub-ideais porque a quantidade correta de energia não está a ser fornecida quando e onde é necessária – contudo, ao mesmo tempo, os custos com a energia podem aumentar devido a um aprovisionamento excessivo da energia. No pior caso, o resultado poderá ser uma falha de energia extremamente dispendiosa, funcionando possivelmente a $10.000 por minuto ou mais, de acordo com uma sugestão de um recente relatório da TechRadar. A exposição está em curso, já que os utilizadores não adotam as melhores práticas para as suas políticas de continuidade empresariais.

A tecnologia de energia moderna tornou as soluções disponíveis, mas a sua implementação bem sucedida depende da instalação do conjunto certo numa empresa. As equipas de gestão das instalações e de processamento de dados devem permitir que, nos ambientes virtualizados e convergentes, a necessidade de capacidade de computação e, desse modo, de energia, seja dinâmica, com movimentação de cargas de trabalho, de aplicações e de armazenamento dentro e entre data centers conforme ditam as necessidades empresariais. Para alcançar o topo da eficiência operativa enquanto se evita o risco de falhas de energia, é essencial desenvolver uma estratégia de gestão de energia sofisticada e integrá-la na infraestrutura ICT. A lacuna de gestão entre o potencial e os desempenhos reais das infraestruturas convergentes/hiperconvergentes deve ser fechada.
Os operadores de data centers podem alcançar isto estabelecendo parcerias com fornecedores especialistas de soluções de energia como a Eaton. Tais fornecedores oferecem não apenas componentes de hardware elétrico mas, essencialmente, software pronto para virtualização. Estas ferramentas trabalham em conjunto para dar visibilidade do estado juntamente com os meios para gerir a distribuição da energia até ao nível granular. O resultado é uma estratégia de gestão de energia em vez de apenas um conjunto de produtos de hardware.

Ferramentas de estratégia de gestão da energia

A distribuição da energia começa normalmente com uma Unidade de Alimentação Ininterrupta (UPS), que fornece energia condicionada durante o funcionamento normal e energia de reserva durante as falhas de energia. A inteligência da UPS deve fornecer avisos de falhas de energia prolongadas, permitindo que as máquinas virtuais sejam migradas para locais de reserva ou nuvem, ou desligar os servidores em segurança antes das baterias da UPS descarregarem.

A inteligência pode ser também trazida para a distribuição da energia através de cabos e de unidades de distribuição de energia em racks (PDU) capazes de fornecer informações de saída e da secção para melhorar a gestão e a deteção de avarias. As PDUs mais modernas monitorizam e gerem o equipamento TI com elevada precisão, indicando onde está a ser utilizada a energia, identificando o hardware malicioso gastador de energia, simplificando o equilíbrio da carga e identificando locais com capacidade de carga extra. O funcionamento a 60 ºC sem descarga permite a utilização das PDUs em sistemas de TI modernos com menor arrefecimento.

Adicionalmente, a monitorização ambiental permite a medição remota da temperatura e de outras variáveis e a ativação de políticas de reserva e de comutação automática para minimizar a perda de informação e otimizar a recuperação. O ambiente do hardware TI pode ser também melhorado utilizando caixas de equipamento seguras e fiáveis com acesso interno fácil.

Todas estas funções devem ser trazidas para o ambiente de gestão de energia do software, o qual é, por sua vez, integrado na plataforma de virtualização do data center. A partir de um painel simples em vidro, os operadores podem gerir todos os dispositivos de energia das UPSs e das PDUs, em conjunto com informações da rede, do servidor físico e de armazenamento.

A abordagem de gestão de energia integrada permite às infraestruturas convergentes/hiperconvergentes virtualizadas do data center detetar sempre o seu total potencial; durante o funcionamento normal, as funções TI podem funcionar mais eficazmente, o tempo de funcionamento é aumentado e o TCO é reduzido. No caso de uma falha de energia, é garantida uma recuperação fiável da falha. As discussões com um fornecedor reconhecido de sistemas de energia irão identificar não apenas os componentes de hardware e de software a adquirir, mas também a sua construção numa solução de gestão de energia integrada e eficaz.

Bruno soaresArtigo de opinião de Bruno Soares,
responsável vendas Canal TI para Portugal

Tags: Bruno SoaresEatonUPS
Partilha
Tweet
Envia
Hugo Barata

Hugo Barata

é admirador de Steve Jobs e Elon Musk. Apaixonado por novas tecnologias, especialmente ligadas à secção de negócios empresariais e de Gadgets, acompanha de perto todas as novidade do mundo das TI.

Artigos relacionados

Samsung prevê escassez de memória para ia até 2028

Samsung prevê escassez de memória para IA até 2028

29/10/2026
Qnap qsw-l2110 combina portas de 2,5 e 10 gbe

QNAP QSW-L2110 combina portas de 2,5 e 10 GbE

16/10/2026
Tapo rv50 pro omni

Tapo RV50 Pro Omni chega a Portugal por 599,99 euros

04/10/2026
Qnap qsw-m5218 combina portas 10gbe com uplinks 25gbe

QNAP QSW-M5218 combina portas 10GbE com uplinks 25GbE

03/10/2026

Últimas notícias

OPPO prepara carregador de 120 W com três portas USB para vários dispositivos

WhatsApp prepara quatro opções para controlar quem pode ver o teu número de telefone

Xiaomi 18 surge em certificação com carregamento de 100 W e lançamento previsto para dezembro

Huawei lança suporte com ventoinha ultrafina que promete reduzir temperatura dos smartphones em 6°C

Dolce Gusto NEO Latte com três packs de bebidas a metade do preço na Amazon

Gboard vai aprender nomes e palavras para melhorar o ditado por voz com IA

Hisense MiniLED de 75 polegadas baixa para menos de 945 € na Amazon

iOS 27 está a causar problemas na reprodução de vídeos através de HDMI

Roborock Qrevo 2 Pro com estação de lavagem por menos de 355 € na Amazon

Huawei reforça liderança nos tablets e conquista 34,2% do mercado chinês

Huawei Nova 17 poderá estrear câmaras de 200 MP e novo processador Kirin

Claude Code cria simulador de vela e coloca GPT-6, Gemini e Claude numa corrida

Ações da Nvidia e AMD afundam após eleições nos EUA aumentarem pressão sobre a IA

OpenAI lança GPT-6 Cyber e descobre 81 vulnerabilidades graves no Firefox

WhatsApp prepara envio de fotografias e vídeos sem perder qualidade original

Ciberataque a banco francês envolve 100 milhões de euros

Huawei Watch Air poderá ser apresentado na próxima semana com design ultrafino

Motorola Signature 27 recebe Gold Label da DXOMARK

OPPO Reno 17 revela design com efeito luminoso e prepara lançamento para novembro

Bose Ultra Open Earbuds (2.ª geração) chegam a Portugal

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • O uso de IA no TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.