TecheNet
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Check Point desmascara grupo de ciber espionagem Naikon

Nilton Almada por Nilton Almada
07/05/2020
Em Check Point Software, Segurança

A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ:CHKP) descobriu o Naikon, um grupo chinês APT que já leva 5 anos de atividade maliciosa ao realizar operações de ciberespionagem contra vários governos da região Ásia-Pacífico. O grupo Naikon reconheceu em 2015 a autoria de vários ataques contra organismos governamentais e outras organizações de países situados na região do Mar da China, com o objetivo de aceder a informação política confidencial. No entanto, este grupo parecia ter cessado a sua atividade ainda no mesmo ano, mas foi somente aparência, pois os investigadores da Check Point descobriram que o grupo não só se manteve ativo durante os últimos cinco anos, como também aumentou o número de ações de ciberespionagem durante todo o ano de 2019 e primeiro semestre de 2020.

Este grupo de cibercriminosos direciona os seus ataques a entidades governamentais como ministérios dos negócios estrangeiros ou ciência e tecnologia dos países da região Ásia-Pacífico, de onde se destacam a Austrália, Indonésia, Filipinas, Vietname, Tailândia, Myanmar e Brunei. O seu principal objetivo é reunir uma grande quantidade de informação confidencial com fins geopolíticos.

Como o grupo Naikon desenvolve os seus ataques?

O modus operandi deste grupo consistia em infiltrar-se num organismo governamental com o objetivo de utilizar os seus contactos e documentos para lançar ataques contra outras entidades, aproveitando-se da confiança e das relações diplomáticas para aumentar a sua percentagem de sucesso dos seus ataques. Os especialistas da Check Point começaram a sua investigação ao analisar um e-mail enviado ao governo australiano que incluía um documento anexado infetado. Este ficheiro continha um explorador que, ao ser aberto, se infiltrava no PC do utilizador e tentava descarregar um novo e sofisticado malware de backdoor chamado “Aria-body” a partir de servidores web externos utilizados pelo grupo Naikon. Desta forma, o grupo de cibercriminosos obtinha acesso remoto ao equipamento ou à rede infetada sem que nenhuma ferramenta de segurança o detetar.

A cadeia de infeção passava por três etapas:

  1. Roubar a identidade de um organismo governamental para enganar a vítima: Naikon começa o seu ataque com um e-mail com um documento que contém informação de interesse para os seus alvos. Estes dados podem obter-se de fontes abertas, porém o grupo procura utilizar informação de outros sistemas.
  2. Infetar os documentos com malware para infiltrar-se nos sistemas de destino: o grupo de cibercriminosos infeta os documentos com “Aria-body”, um malware de tipo backdoor que lhes oferece acesso às redes dos seus alvos.
  3. Usar os próprios servidores dos governos para continuar e controlar os ataques: o grupo Naikon aproveita-se das infraestruturas e dos servidores das suas vítimas para lançar novos ataques, o que contribui a evitar a sua deteção. Os especialistas da Check Point descobriram num dos casos que analisaram que o servidor que tinha sido utilizado para o ataque pertencia ao departamento de ciência e tecnologia do governo das Filipinas.

“Naikon tentou atacar um dos nossos clientes fazendo-se passar por um governo estrangeiro e foi nesse momento que voltaram ao nosso radar depois de cinco anos de ausência, e decidimos investigar mais a fundo. Descobrimos que se trata de um grupo chinês APT que utilizam ferramentas muito sofisticadas. O seu objetivo é reunir informação confidencial e espiar os países, e para tal passaram os últimos anos a desenvolver na obscuridade ciberameaças como o “Aria-body”, um novo malware de tipo backdoor”, explica Lotem Finkelsteen, Threat Intelligence Director da Check Point. “Para evitar serem detetados, utilizavam exploradores atribuídos a outros grupos APT e aproveitavam-se dos servidores das suas vítimas como centros de comando e controol. A Check Point, quer tornar pública esta investigação para alertar a todas as entidades governamentais da necessidade de extremar as suas medidas de segurança face a este ou qualquer outro grupo de cibercriminosos”, reforça Finklesteen.

Os especialistas da Check Point recomendam que deve adotar as melhores ferramentas de segurança para poder fazer frente a estas novas gerações de ciberameaças, que são cada vez mais sofisticadas. A Check Point conta com o SandBlast Agent, que oferece uma prevenção contra ameaças nos end points completa contra os ataques de dia zero, com um índice de bloqueio de 100%, incluindo para ameaças desconhecidas com zero falsos positivos.

Tags: APTCheck Point Softwarecibercrimeciberespionagemcibersegurança
Partilha
Tweet
Envia
Nilton Almada

Nilton Almada

Nilton é um entusiasta das novas tendências tecnológicas e do impacto que estas têm nas organizações e no nosso dia a dia.

Artigos relacionados

Falha crítica no brotli afeta mais do que o node. Js

Falha crítica no Brotli afeta mais do que o Node.js

31/10/2026
Ataque à binance afeta 6,3 mil milhões de dólares

Ataque à Binance afeta 6,3 mil milhões de dólares

30/10/2026
Glm-5. 3 conclui ciberataques complexos

GLM-5.3 conclui ciberataques complexos em testes

29/10/2026
Google apresenta gemini 4 carbon

Google apresenta Gemini 4 Carbon para cibersegurança

29/10/2026

Últimas notícias

Honor 700 poderá receber teleconversor de 200 mm dos Magic 9

OPPO confirma Reno 17, Pad Air 6 e Watch 5 para novembro

Waymo escolhe Toyota bZ4X para expansão no Japão e Reino Unido

Honor X9e s chega com bateria de 8.560 mAh

Google: Gemini leva nova animação com partículas a mais smartphones Android

Wikimedia defende treino de IA e exige respeito pelas licenças

iPad mini OLED revela salto de desempenho no Geekbench

Google Pixel 11 Pro poderá ganhar alertas HiLight com IA

Nokia 2360 Flip junta dois ecrãs e assistência familiar remota

Samsung Galaxy S27 poderá continuar limitado ao carregamento de 25 W

Samsung prevê escassez de memória para IA até 2028

Novo iMac com M6 reforça a aposta da Apple na IA local

Xiaomi Smart Band 11 já está à venda em Portugal e no Brasil

Apple apresenta MacBook Pro com ecrã tátil pela primeira vez

Power: a série que redefiniu o drama criminal na TV

Porsche aumenta lucros apesar de vender menos 16%

Oracle reforça aposta na IA com chips da Google e Cerebras

Xiaomi lança Redmi K100 com 10.000 mAh e ecrã de 165 Hz

Declaração de Dublin define sete prioridades para a IA na Europa

Moto G47 Power chega a Portugal com bateria de 7.000 mAh

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • O uso de IA no TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.