business-people Notícias

Executivos de finanças valorizam competências pessoais e colaboração


A Adaptive Insights, provedor de tecnologia em nuvem para o planejamento de orçamentos, representada no Brasil pela ODEhPeopleware, divulgou o resultado de nova pesquisa global, que revela a preferência dos executivos de finanças (CFOs) pelas competências pessoais e a colaboração.

O Adaptive CFO Indicator revela que os líderes financeiros não apenas desejam que suas equipes sejam melhores capacitadas em suas tarefas relacionadas à gestão financeira e contábil, mas também mostrem cada vez mais valor em suas relações interpessoais e profissionais. O estudo é resultado de uma consulta com 533 CFOs globais que apontaram a colaboração como iniciativa fundamental para 2016.

Entre as principais conclusões do Adaptive CFO Indicator estão:

  • 70% dos CFOs citam colaboração como a principal prioridade para 2016;
  • 76% dos CFOs desejam candidatos com habilidades avançadas em Excel;
  • 75% citam a comunicação interpessoal como uma habilidade fundamental para o desempenho de suas tarefas na empresa;
  • 82% das equipes financeiras gastam pelo menos cinco horas em reuniões com outras áreas da organização para resolver problemas diversos. Outros 51% passam mais de nove horas nestas reuniões.

Além destes destaques, quando perguntado sobre a habilidade mais importante necessária para o CFO estratégico, os respondentes citam a capacidade de estratégia empresarial e de gestão de finanças como as mais importantes, seguido da liderança e capacidade de gerenciar equipe diversificada. Este conjunto de habilidades também é necessário para o CEO, o que pode refletir o fato de que 48% dos entrevistados aspiram se tornar CEO em suas carreiras.

A pesquisa também revela que a construção de uma equipe bem equilibrada com a qualificação desejada se apresenta como um desafio. Quando solicitados para selecionar os três maiores desafios do pessoal para a construção e desenvolvimento de equipes de finanças para 2020, apenas 13% dos CFOs citaram a falta de habilidades e conhecimento como um desafio pessoal a ser superado, enquanto um terço citou a baixa habilidade de colaboração e comunicação.

No topo da lista de desafios de pessoal, no entanto, está a falta de análise da experiência (55%) e a falta de tempo e recursos para o desenvolvimento profissional (53%). Na verdade, a falta de tempo também é citada por mais de 79% como a questão colaborativa mais problemática para as suas equipes.

Tecnologia, visualização de dados e colaboração

Ao mesmo tempo em que os CFOs e suas equipes de finanças possam estar dispersas, eles veem valor na análise de dados e colaboração. Para a transição em seus novos papéis, como líderes empresariais estratégicos, eles vão precisar de tecnologia e ferramentas que automatizam processos complexos, para ajudá-los a se comunicarem eficazmente com base nos dados de negócios, além de contribuir com a colaboração em suas organizações. Só então eles poderão evoluir para entregar os melhores insights e valores que as empresas esperam.

Este sentimento parece refletir nos resultados da pesquisa, com 58% dos CFOs relatando que a atualização em tecnologias em 2016 será uma iniciativa fundamental para suas equipes, assim como será a visualização de dados (53%). Como observado anteriormente, a colaboração está no topo da lista de prioridades e muitos CFOs já estão profundamente envolvidos em atividades colaborativas. Na verdade, 82% dos CFOs afirmam dedicar pelo menos cinco horas por semana em reunião com outros departamentos, com 51% relatando que suas equipes gastam mais de nove horas com esta atividade. Apesar destes esforços, uma incapacidade para o alinhamento com outros departamentos sobre as principais métricas foi apontada como problemática (46%).

As incertezas econômicas se agigantam para CFOs

A preocupação com a economia não é surpreendente na pesquisa, dada a volatilidade do clima mundial atual: 80% dos CFOs vê as incertezas em sua região como a força externa superior que representa maior impacto no risco financeiro. As taxas de juros e da inflação (61%), o resultado das eleições nacionais (50%), e as flutuações cambiais (38%) também foram citados.

“Temos visto uma mudança no papel de CFOs já há algum tempo, que passaram de guardiões financeiros para líderes de estratégia e de criação de valor para a empresa”, comenta Rob Hull, fundador e presidente em Adaptive Insights. “Para realizar a transição para este novo papel com sucesso, os CFOs e suas equipes devem ser capazes de, efetivamente, colaborar com toda a organização. Não é surpreendente, então, que os CFOs estejam investindo para adicionar melhores habilidades pessoais, tais como a comunicação e colaboração com a finalidade de acelerar uma nova geração de líderes financeiros e também garantir uma organização financeira mais ampla”.

Mais informações sobre a Adaptive Insights no Brasil: http://www.ODEh.com.br