Google usa camelo na recolha de imagens no deserto de Liwa, nos Emirados Árabes Unidos





Carros, barcos ou, até mesmo, mesmo pessoas hão serviram como portadores das câmeras do Google Street View mundo a fora. Desta vez, para captar as imagens fantásticas do deserto árabe, o enorme equipamento utilizado na recolha de imagens foi colocado, pela primeira vez, num camelo.

Segundo o Google, o objetivo era dar uma ideia o mais próxima da realidade possível dos caminhos que são percorridos pelos viajantes e comerciantes que ainda se deslocam em caravanas, tendo o camelo como meio de transporte.

O deserto de Liwa ou Oásis de Liwa, nos Emirados Árabes Unidos, teria sido a escolha da equipe do Google para a captação de imagens pelo Street View. Nesta região, as dunas podem alcançar até 40 metros de altura e a areia preenche o horizonte ao longo de vários quilómetros. Localizada em Abu Dhabi, a enorme área tem cerca de 100 quilómetros, ligando o este a oeste.

Para captar as imagens deserto a dentro, o Google utilizou o já conhecido Trekker, que permite a captação de imagens em locais de difícil acesso ou onde não é permitido o uso de carros ou outros veículos. Em experiências anteriores, o Google já teria utilizado este equipamento, mas sendo transportado por pessoas, como no Grande Canyon e no Norte do Canadá.

De acordo com a equipe do Google, o uso de um dromedário permitiu “recolher imagens autênticas e minimizar perturbações naquele que é um ambiente frágil”. Para os utilizadores que queiram ter a experiência do que é andar pelo deserto, mas sem sair de casa, uma visita na página criada pelo Google é quase obrigatória.

Via Público

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Cláudia Assis
Jornalista, Assessora de Comunicação e Gestora de Marcas nas redes sociais, Cláudia Assis tenta definir a si mesma como "uma menina multitask". Aquariana [logo vanguardista!] e nômade por natureza, viu a sua vida ser conduzida numa viagem transatlântica rumo a Portugal. O objetivo inicial era um mestrado em Ciências da Comunicação mas, desde então, vive num enamoramento constante com a terra de Pessoa. E, assim como o poeta, ela é também muitas "pessoas". CAssis é uma delas [talvez a mais intensa] e que nada mais é que uma versão 2.0 de si mesma, um alter-ego nas redes sociais. O que “ambas” têm em comum? Falam muito. Sobre tudo e todos. Têm sempre uma opinião a dar.

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