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Bitcoins: Moeda virtual continua na mira dos cibercriminosos

Alfredo Beleza por Alfredo Beleza
22/01/2015
Em Segurança

A Bitcoin, a primeira moeda do mundo open source e totalmente virtual, continua a despertar o interesse dos cibercriminosos. A 4 de Janeiro de 2015 aconteceu um ciberataque contra a BitStamp, uma das maiores empresas que se dedicam à compra e venda desta moeda em todo o mundo, que teve como consequência a perda de quase 19.000 BTC (sigla da moeda cibernética), o que equivale a cerca de cinco milhões de dólares.

De momento não se sabe como os cibercriminosos conseguiram levar a cabo este ataque, mas a BitStamp assegura que todas as suas moedas permanecem a salvo e que esta falha de segurança não afectou mais do que uma pequena fracção das que armazenam, pelo que a reposição do prejuízo sofrido não será um problema demasiado sério.

Este não é o primeiro ataque que a moeda virtual sofre, embora ao que tudo indica a BitStamp estava muito melhor preparada que a Mt. Gox, que no início do ano passado sofreu um ciberassalto que permitiu o roubo de mais de 600 milhões de dólares e que levou a companhia à falência. Outra consequência desse ciberataque foi a cotação das bitcoins que sofreu uma queda brusca, chegando inclusive a perder 19% em apenas 24 horas. Agora, o impacto parece ter sido menor, em parte porque o preço da cibermoeda está em valores que não já não eram vistos desde o Outono de 2013 (entre 250 e 300 dólares por cada bitcoin).

Anteriormente, ataques a outras empresas que trabalhavam com bitcoins, como a Bitconia, a Bitfloor ou a Linode, vieram já pôr em causa a segurança da moeda virtual. No entanto, os peritos da Kaspersky Lab afirmam que esta divisa é tão segura e fiável como qualquer outra e que a sua segurança, como as demais, depende em última instância das precauções que os próprios utilizadores tomem.

Como manter a salvo as bitcoins

Segundo os analistas da Kaspersky Lab, o melhor é aplicar o velho ditado de não guardar todos os ovos no mesmo cesto, ou seja, diversificar e usar diferentes métodos para o armazenamento a curto e longo prazo.

  1. Uma boa ideia é ter uma pequena quantia para os gastos semanais num mealheiro virtual e ir recarregando-o a cada semana.
  2. Outra recomendação é manter as bitcoins longo de bancos e serviços de bolsa online novos ou pouco fiáveis. Normalmente, são sites anónimos com proprietários que se escondem por detrás de um nickname e que não garantem o reembolso do dinheiro em caso de suceder algum incidente. Mas, mesmo quando o site tem uma reputação intocável, também pode ser atacado, tal como acontece com qualquer banco. Por isso, para armazenar as cibermoedas, deve-se usar algum sistema cliente de código aberto offline como o Electrum ou o Armory.
  3. Também convém encriptar as pastas e protege-las com passwords para nos certificarmos que só nós temos acesso a elas.
  4. Usar passwords o mais complexas possível no mealheiro e armazém virtual é outra das medidas que os analistas da Kaspersky recomendam para salvaguardar as suas bitcoins. Para gerar este tipo de chaves existen programas que podem fazê-lo por nós.
  5. O passo seguinte é certificar-nos que o PC está convenientemente protegido. Para tal, o melhor é instalar um antivírus potente e sólido e ter instaladas todas as actualizações do software. Se for o afortunado detentor de uma grande quantia em bitcoins, guarde-a num PC sem ligação à Internet de qualquer tipo.

Embora alguns afirmem que as bitcoins serão responsáveis pela queda de governos ou que irão mudar a sociedade tal como a conhecemos hoje, o certo é que ninguém sabe com certeza o que trará o futuro. A única certeza, ao dia de hoje, é que os cibercriminosos têm um grande interesse pelas cibermoedas e isso continuará a ressoltar em ataques sucessivos, nomeadamente já este ano.

Tags: BitcoinBitStampciberataquecibercriminososmoeda virtualsegurança
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Alfredo Beleza

Alfredo Beleza

Gestor de empresas, “blogger” e designer. Com uma carreira marcada por experiências internacionais, foi diretor de marketing/comercial em empresas na Suiça e no Brasil. É co-fundador do site de notícias TecheNet, onde partilha a sua paixão pelo mundo da tecnologia.

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