TecheNet
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Nintendo NX e mercado Mobile, pela voz de Satoru Iwata

Carlos Duarte por Carlos Duarte
07/07/2015 - Atualizado a 08/07/2015
Em Jogos

Foi no passado dia 26 de Junho, na 75ª Reunião Anual Geral de Accionistas Nintendo, que teve lugar uma sessão de Perguntas e Respostas com o presidente da gigante nipónica, Satoru Iwata. Este abordou algumas questões relativamente à estratégia da companhia para o futuro – o que, aqui entre nós que ninguém nos escuta, é uma absoluta necessidade, depois de não ter conseguido estar a par do fluxo gigantesco de novidades e tecnologias de ponta apresentadas na E3 deste ano.

A questão mais urgente prende-se, justamente, com os rumores sobre a nova plataforma de jogos, a NX, bem como o novo programa de aderentes. Sobre esta, Satoru é peremptório: “as próximas novidades relativas à NX não serão anunciadas durante 2015, mas sim durante 2016“. Assim que não vai ser ainda este ano que teremos uma nova consola Nintendo. Jogada inteligente, tendo em conta que Mario Maker (que tive oportunidade de observar ao vivo na sede da Nintendo Portugal), Splatoon e o Yoshi: Wooly World deverão aguentar o forte. Já o Star Fox deixou-me muito mais reticente. No entanto, desengane-se quem achar que isto é suficiente: Estamos em ano do tudo ou nada para a Microsoft e Sony.

As tecnologias mais fracturantes de ambas as empresas na área da realidade virtual e aumentada já entraram em jogo. O Hololens tem a capacidade de se tornar, em conjunto com a Internet das Coisas, um dos conceitos Sci-fi mais populares e importantes dos próximos 5 anos. A Nintendo, contra isto, tem apenas as armas do costume. Esperemos que, por todo o historial que a marca tem e a importância fulcral na indústria, sejam ainda o suficiente para um consumidor cada vez mais desgastado com “mais do mesmo” e pronto a consumir, mais do que jogos excelentes, experiências diferenciadoras – como tem sido o Minecraft há vários anos, por exemplo.

Relativamente à estratégia Nintendo para o mercado dos jogos mobile, o presidente nipónico afirma que, “sendo que a Nintendo é uma companhia que deseja ver valorizados os seus jogos pelos consumidores, mantendo o valor dos mesmos o mais elevado possível, não queremos utilizar uma terminologia de ‘free-to-play’, que implica poderem jogar de graça. Ao invés disso,  utilizamos o termo ‘free-to-start’, visto que descreve, com maior precisão, que no início podem iniciar o jogo de graça.” Assim, a Nintendo está a tentar construir aplicações que apelem a uma variedade ampla de pessoas, para que os jogos consigam lucrar grandemente, sem que isso signifique uma grande sobrecarga monetária para cada jogador individual.

No fundo, é a desconstrução mais corporativa do modelo utilizado por tantas outras companhias de gaming mobile. O jogo, inicialmente, não é pago. Contudo, a sua continuação terá que ser adquirida através de uma pequena quantia, o que, para Iwata, significa que mesmo que “um consumidor faça um pagamento relativamente pequeno, graças à enorme base de consumidores, o jogo consiga gerar mais lucro.”

Só o tempo o dirá se esta aposta no mercado mobile passará de uma novidade para a tendência na indústria, mas as companhias japonesas estão a começar a aperceber-se das potencialidades de negócio deste espaço. Para além da Nintendo, já a Konami também reafirmou a sua intenção em dedicar a maior fatia do seu investimento no mercado mobile. Contudo, e como acérrimo defensor da mobilidade, a indústria dos videojogos sairá, inevitavelmente, fragilizada da propagação em massa destes novos modelos.

Se o crash dos anos 80 nos ensinou alguma coisa, foi que o que é demais enjoa. E a qualidade a que companhias como Konami e Nintendo nos habituaram podem não ter a mesma repercussão num jogo cujo objectivo de negócio é convencer o consumidor a abdicar das inúmeras experiências gratuitas que tem disponível para adquirir os produtos da marca – e creio que nem nomes como Mario ou Link poderão ser fortes o suficiente para evitar uma sobrecarga do mercado. A ver vamos.

Tags: jogosmercadoNintendo
PartilhaTweetEnvia
Carlos Duarte

Carlos Duarte

Geek desde a primeira consola, escritor desde o primeiro lápis. Gosta de videojogos, memes, esparguete à bolonhesa e o Boavista é o clube do seu coração.

Artigos relacionados

Super mario bros leilão
Jogos

Cópia selada de Super Mario Bros bate recorde de três milhões

16/06/2026
Xbox fallout elder scrolls
Jogos

Xbox quer acelerar o lançamento de novos jogos Fallout e Elder Scrolls

15/06/2026
Astro bot ps5
Jogos

Melhores jogos grátis na PS5 para jogares sem gastar um cêntimo

13/06/2026

Comentários

Últimas notícias

Anthropic suspende modelos Fable 5 e Mythos 5 por ordem dos EUA

Más notícias: Disney+ perde Dolby Vision e filmes 3D na Europa

Adeus monopólio: UE quer forçar a Apple a abrir o iCloud

Google revela que 44% dos portugueses planeiam compras na Black Friday

Projetor portátil Nebula Mars 3 Air cai de preço: poupa 122 euros

Android 17: Um bug bizarro bloqueia o Wi-Fi nos smartphones Pixel

Apple é obrigada a abrir o iOS a lojas alternativas no Brasil

Gemini Live: a inteligência artificial da Google ganha memória

Auscultadores Soundcore Q20i com cancelamento de ruído: oferta Prime antecipada

Google ajuda a gerir o tempo de ecrã dos miúdos

CEO da Nothing promete roubar clientes à Apple um a um

Vivo X Fold 6 surpreende com bateria de 7.000mAh e resistência extrema

Bolha flutuante do Gemini recebe novo design e animações no Android

JBL lança novos auscultadores Live 780NC e 680NC com áudio espacial

Google Home com Gemini já tem data de lançamento oficial

Honor revela design do novo MagicOS 11 e abre fase de testes

Spider-Man: Brand New Day junta Hulk e Punisher no novo trailer

Honor Watch 6: A nova besta da autonomia com 35 dias de bateria

ChatGPT já permite agendar tarefas mas há um grande senão

Tim Cook avisa que o aumento de preço dos iPhones é inevitável

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • O uso de IA no TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.