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O arriscado jogo que juntou Portugal a Macau pelo ar

João Gata por João Gata
19/10/2018 - Atualizado a 21/10/2018
Em Arte e Cultura

Facto pouco conhecido, infelizmente, da história aeronáutica, foi a primeira viagem que se fez de avião de Portugal a Macau.

Quem a conseguiu tinha sangue e apelidos lusitanos, foram heróis do mundo, e imortalizados pelo feito único e impensável à altura.
Foram “oitenta dias de incerteza, de inquietação, de luta árdua e esgotante”, um desabafo parte do relato de um dos pilotos da pátria de Gama e Magalhães.
Uma aposta, que juntou Portugal a Macau pelo ar, ganha à conta de muito suor, conhecimento técnico, mestria e, claro alguma sorte.

Esta grande aventura teve início a 9 de Abril de 1924 com partida de Vila Nova de Milfontes e terminou dois meses depois, não em Macau, mas numa aterragem forçada em Shum Dum, na China, devido à grande tempestade que se abateu sobre o território.

Os pilotos: Capitão Brito Paes e Capitão Sarmento de Beires, ajudados pelo fiel amigo e mecânico Manuel Gouveia, imprescindível para o sucesso da aventura, tiveram que dividir a viagem em dois aviões, apelidados de “Pátria” e “Pátria II”, mas houve festa popular e grande entusiasmo por todos os lugares onde passaram.




“O Condor gigante de alumínio e de seda”

O “Pátria” original era um avião Breguet 16 BN 2, equipado com motor Renault de 300 CV, um modelo de 1919.

Este avião francês foi construido durante já no final da primeira grande guerra para substituir o Breguet XIV, um modelo popular que surgiu em 1979 tendo sido fabricado por 5 mil vezes.

O XIV era um bombardeiro, conseguia transportar 300 kg de bombas durante 250 km com lugar para dois tripulantes. Foi totalmente adaptado para um nova e diferente aventura que transportava não guerra, mas uma mensagem de paz.

O “Pátria II” era um pouco diferente e foi idealizado para bombardeamentos noturnos. Sendo mais leve, tinha espaço para mais carga e uma maior autonomia.
Era perfeito para os nossos pilotos.

Portugal a Macau pelo ar: Como tudo começou

Mesmo sem o peso das armas, foi necessário proceder a uma completa revisão e reconstrução dos depósitos de gasolina para levar mais quantidade de combustível na tentativa de fazer o trajeto de Vila Nova de Milfontes a Tunis. Também foram escolhidas características específicas para conseguir voar à noite sob o deserto africano evitando o calor que complicaria ainda mais o objetivo.

Mas devido às desventuras da viagem, em que o Breguet viu a sua hélice partida devido a um tiro de espingarda de um qualquer kabila, Paes e Beires tiveram de adquirir um novo avião.

A escolha recaiu no Haviland DH9, um modelo britânico que também substituiu um outro que fez a sua carreira em combate.

O DH9 tinha um motor Liberty com 400 cv, uma maior potência que também permitiu que muitas das peças do Breguet destruído fossem acopladas e montadas no, agora, “Pátria II”.

Portugal a Macau pelo ar: Um grande contributo para a aviação mundial

Esta aventura, pouco ou nada acarinhada por Portugal, foi notícia em todo o mundo.
Afinal, era a primeira vez que se voava do Atlântico ao Índico, sobrevoando todo o norte de África e sob condições atmosféricas pouco consentâneas com tal empreendimento.

Esta gloriosa história pode ser encontrada em livro, documentos, cartas, diários e tradição oral.

*Este texto teve como fonte a obra de Henrique-Mateus

Tags: aeronáuticaaviãohistóriaMacauPortugalviagem
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João Gata

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências na escrita que faz por aqui e por ali.

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