A tão aguardada sequela de survival horror da Frogwares já tem data marcada para assombrar os teus pesadelos. The Sinking City 2 promete mergulhar os jogadores num mundo aterrador profundamente inspirado no universo de H.P. Lovecraft.
Se a curiosidade (e a coragem) for muita, não precisas de esperar pelos meses de verão para testar as águas. A produtora ucraniana acabou de disponibilizar a primeira hora do jogo como uma demo gratuita na plataforma Steam.
É no mínimo impressionante e digno de aplauso ver este projeto ganhar vida de forma tão sólida, especialmente considerando os brutais desafios de desenvolvimento que a equipa enfrentou em plena guerra na Ucrânia.
Um regresso a Arkham com mais terror e intimidade
Desta vez, vais calçar as botas ensopadas do detetive privado Calvin, que viaja até à cidade inundada de Arkham em busca da sua amada desaparecida, Faye. Pelo caminho, como seria de esperar, vais cruzar-te com os piores terrores e abominações saídas da clássica mitologia de Cthulhu.
A Frogwares parece ter aprendido bastante com o primeiro título, lançado em 2019. O foco agora é oferecer uma experiência mais contida e assustadora, deixando de lado o mundo aberto excessivamente ambicioso para apostar numa atmosfera de terror puro, ao bom estilo do que vemos em jogos como Resident Evil ou Silent Hill.
Os detalhes fundamentais desta nova aposta macabra incluem as seguintes novidades:
- Data de lançamento oficial marcada para o dia 18 de agosto
- Mudança para um formato mais linear e focado no puro survival horror
- Aumento significativo das mecânicas de ação, combate e sobrevivência
- Demo gratuita com a primeira hora de gameplay já disponível no Steam

O impressionante esforço de uma equipa debaixo de fogo
Falar do lançamento de The Sinking City 2 sem mencionar o contexto extremo da sua criação seria uma tremenda injustiça. O estúdio ucraniano teve de contornar obstáculos diários que a maioria das empresas tecnológicas nem consegue imaginar, desde cortes constantes de eletricidade até sirenes ininterruptas de raides aéreos.
Sergiy Oganesyan, o líder de publicação da Frogwares, revelou que o processo foi incrivelmente caótico e imprevisível ao longo dos últimos anos. Houve dias em que membros da equipa desapareceram repentinamente para combater ou perderam as suas casas em bombardeamentos, tornando este lançamento num autêntico ato de resistência, superação e amor pelos videojogos.
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