A Xiaomi Smart Band 11 começou esta segunda-feira, 7 de setembro, a ser comercializada na China, com um preço promocional a partir de 289 yuan. A nova geração mantém o ecrã AMOLED de 1,72 polegadas, mas aumenta o brilho máximo para 2.000 nits e estreia o sistema operativo HyperOS 4.

A pulseira acrescenta monitorização HRV durante o sono, sensores atualizados para frequência cardíaca e SpO₂ e uma nova versão com construção Unibody totalmente metálica. A Xiaomi anuncia ainda uma autonomia máxima de 21 dias, resistência à água de 5 ATM e mais de 150 modos desportivos. A informação sobre o início das vendas e as especificações foi publicada pelo IT之家 (é necessário traduzir a página para português), com base nos dados divulgados pela Xiaomi.
Xiaomi Smart Band 11 aumenta brilho para 2.000 nits
O ecrã AMOLED mantém as 1,72 polegadas da geração anterior e utiliza margens de 2 mm, mas o brilho máximo aumenta para 2.000 nits.
A evolução torna-se mais clara quando comparada com a Xiaomi Smart Band 10, lançada em Portugal em 2025. O modelo anterior também utiliza um painel AMOLED de 1,72 polegadas, mas atinge um brilho máximo de 1.500 nits. A nova geração aumenta, assim, este valor em cerca de 33%.
A Xiaomi reduziu também a espessura da pulseira para 9,99 mm, enquanto o peso mínimo indicado pela marca é de 15,58 gramas, sem bracelete.
A gama passa a contar com quatro configurações principais: versão standard, versão NFC, Ceramic Edition e uma nova All-metal Edition com construção Unibody em metal. A edição em cerâmica mantém-se como alternativa nos materiais utilizados no corpo do dispositivo.
Monitorização HRV reforça análise do sono
Uma das principais alterações da Xiaomi Smart Band 11 está na monitorização do sono. A pulseira passa a medir a variabilidade da frequência cardíaca, ou HRV, durante este período.
A HRV representa a variação temporal entre batimentos cardíacos consecutivos. Segundo os dados divulgados sobre o produto, a Smart Band 11 utiliza esta informação na análise do sono e disponibiliza interpretações e recomendações através de inteligência artificial.
A Xiaomi refere também sensores de maior precisão para a monitorização da frequência cardíaca e da saturação de oxigénio no sangue. O dispositivo acompanha ainda níveis de stress e parâmetros associados à saúde feminina.
Para a atividade física, estão disponíveis mais de 150 modos desportivos. A resistência à água mantém a classificação de 5 ATM.
A marca anuncia uma autonomia de até 21 dias, embora a duração real dependa das funções ativas e do padrão de utilização.
HyperOS 4 liga a pulseira ao ecossistema Xiaomi
A Xiaomi Smart Band 11 estreia o HyperOS 4 na linha de pulseiras inteligentes da marca. O sistema operativo, apresentado pela Xiaomi em agosto com alterações no design e novas funções de inteligência artificial, reforça também a integração entre dispositivos do ecossistema da empresa.
No mercado chinês, o sistema permite controlar produtos Mijia e aceder a determinadas funções dos automóveis Xiaomi através da pulseira.
Algumas versões da Smart Band 11 suportam ainda NFC e pagamentos offline. Estas funções dependem dos serviços e da infraestrutura disponíveis no mercado chinês, pelo que não devem ser assumidas como características de uma futura versão europeia.
Preços da Xiaomi Smart Band 11 na China
A versão base da Xiaomi Smart Band 11 tem um preço recomendado de 299 yuan, embora a campanha inicial reduza o valor para 289 yuan.
| Versão | Preço recomendado | Preço de lançamento |
|---|---|---|
| Xiaomi Smart Band 11 | 299 yuan | 289 yuan |
| Xiaomi Smart Band 11 NFC | 349 yuan | 339 yuan |
| Ceramic Edition | 399 yuan | 399 yuan |
| All-metal Edition | 399 yuan | 399 yuan |
A fabricante disponibiliza também novas braceletes com preços entre 99 e 149 yuan.
Os preços apresentados referem-se exclusivamente ao mercado chinês e não permitem antecipar o posicionamento comercial de uma eventual versão internacional.
Europa continua sem data de lançamento
Até ao momento, a Xiaomi não anunciou a disponibilidade global ou europeia da Smart Band 11, nem divulgou preços para estes mercados.
A ausência de um anúncio internacional é relevante porque as versões chinesas incluem funções associadas ao ecossistema local, como determinados serviços NFC, controlo de produtos Mijia e integração com automóveis Xiaomi.
O início das vendas na China confirma, para já, a estreia comercial da nova geração. Uma eventual chegada à Europa dependerá de um anúncio posterior da Xiaomi, com as respetivas especificações, mercados e preços.
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