A Samsung está prestes a subir ao palco em Londres para o seu grande evento Galaxy Unpacked, mas os maiores segredos já começaram a escapar por entre os dedos da fabricante. Como já é hábito neste frenético mundo tecnológico, as surpresas acabam por ser muito raras quando chega o momento do anúncio oficial.
Desta vez, o alvo principal da fuga de informação foram os novos wearables da marca sul-coreana. Um enorme leak deitado cá para fora antes do tempo partilhou tudo o que precisas de saber sobre os muito aguardados Samsung Galaxy Watch9 e Galaxy Watch Ultra 2, cortando por completo o efeito de choque.
Para quem estava à espera de um salto de performance sério e de funcionalidades premium, parece que a Samsung decidiu não brincar em serviço. Os novos relógios inteligentes chegam carregados de argumentos técnicos de peso para tentarem manter a sua hegemonia no competitivo mercado dos smartwatches.

O brilho intenso e a resistência dos novos ecrãs da Samsung
No que toca aos painéis frontais, a fabricante apostou forte no brilho extremo e na durabilidade. O grande protagonista é o Galaxy Watch Ultra 2, que ostenta um ecrã AMOLED de 1.52 polegadas capaz de atingir uns insanos 5.000 nits de brilho máximo. É no mínimo de deixar as marcas rivais a suar frio, garantindo uma legibilidade absoluta mesmo que estejas com o sol direto a bater no pulso.
Já o Galaxy Watch9 não se fica nada a rir, dividindo-se em duas opções de caixa adaptadas ao teu gosto: a versão de 40mm com um ecrã de 1.34 polegadas e a de 44mm com o seu painel de 1.47 polegadas. Ambas as versões padrão conseguem chegar aos 3.000 nits de pico de brilho e, felizmente para os mais desastrados, a empresa incluiu proteção de vidro de safira em toda a linha de relógios.
O motor e as especificações técnicas dos novos smartwatches
Por baixo do ecrã, as atualizações são igualmente dignas de nota. Todos os novos modelos vão buscar a sua energia ao poderoso processador Snapdragon Wear Elite, ladeado por 2GB de RAM para garantir que a navegação pelos menus decorre sem soluços. A grande diferença interna prende-se com o armazenamento, onde o relógio base entrega 32GB e o modelo Ultra estica essa margem para uns confortáveis 64GB de espaço.
Se há característica em que os utilizadores estão sempre a pedir melhorias é a autonomia, e a resposta chega com um natural aumento das baterias disponíveis. Além da capacidade reforçada, levas ainda um autêntico centro de recolha de dados biométricos a correr sob o novo sistema Wear OS 7 e interface One UI 9 Watch. Eis o resumo dos destaques de hardware que vais encontrar:
- Baterias: 390mAh (40mm) e 445mAh (44mm) na versão padrão, que empalidecem face à enorme célula de 800mAh reservada para o modelo Ultra.
- Sensores de topo: O clássico sensor BioActive da marca é agora complementado por leitura de temperatura, barómetro e sensor geomagnético.
- Conectividade avançada: Ficas com suporte para ligações LTE, Bluetooth 6.0, rede Wi-Fi dual-band, NFC e GPS de precisão.
- Proteção contra elementos: O modelo base oferece resistência IP68 e 5ATM, enquanto o modelo Ultra vai mais longe com certificação militar IP69K e proteção para mergulhos de 10ATM+.
Os preços dos novos relógios e o impacto na tua carteira
Claro que toda esta inovação tem um custo e, no caso da versão premium, a dor na carteira é considerável. O Galaxy Watch Ultra 2 chegará ao mercado exclusivamente com suporte para redes LTE e ostentará uma etiqueta de preço fixada nos 749 euros. É um investimento avultado, claramente destinado a um nicho que exige uma máquina inquebrável para desportos extremos.
Na outra ponta da oferta, a série Galaxy Watch9 mantém-se num patamar mais equilibrado. Se optares pelo tamanho de 40mm, o valor arranca nos 409 euros (versão Bluetooth) e sobe aos 459 euros (variante LTE). O modelo de 44mm vai custar-te 439 euros para a ligação standard e 489 euros se quiseres andar conectado sem o telemóvel por perto. Agora, é só fazer contas à vida e aguardar que o evento decorra para as pré-vendas começarem.
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