Gestão do ciclo de vida do produto – The Bigger Picture

Os CIOs sofrem cada vez mais pressão, pois esperam deles resultados que demonstrem o impacto positivo da tecnologia na atividade das organizações. É esperado que mais de metade dos compradores de tecnologia não aumentem o seu orçamento deste ano em relação à aquisição de produtos tecnológicos, segundo a SpiceWorks. Todos aqueles que têm a possibilidade de ter um orçamento maior podem investir em tecnologias emergentes para o seu local de trabalho, como IA, computação de ponta, soluções Cloud. No entanto, o hardware e especificamente os computadores portáteis – continuam a ser parte integrante de qualquer estratégia de TI, pois as organizações procuram munir os seus colaboradores com dispositivos móveis, seguros e produtivos que atendam aos requisitos do trabalho.

Transformar o desafio numa oportunidade

É esperado por parte das equipas de TI a renovação dos dispositivos de um modo sustentável e económico na gestão dos recursos de TI. No entanto o desafio pode ser transformado numa oportunidade, como por exemplo pensar numa maneira de atualizar o hardware. Em vez de escolher dispositivos com base no custo inicial versus recursos, as organizações devem considerar como se encaixam na rede mais ampla e o que os parceiros podem fazer para oferecer um suporte à gestão de custos – desde o início de vida do produto até ao fim do seu ciclo de vida. Para se conseguir atingir esse objetivo é necessário pensar no PC como Serviço (PCaaS), focado em tornar a gestão do ciclo de vida do dispositivo mais simples.

Seguindo o modelo OPEX, o PCaaS inclui o pagamento de uma taxa mensal por um pacote de serviços. Antes de se aplicar este modelo, é crucial avaliar o que os funcionários exigem dos dispositivos e definir metas em torno do que o projeto de gestão do ciclo de vida do dispositivo deve alcançar – seja em relação à economia de custos ou à liberdade de tempo para o departamento de TI, por exemplo. Depois dos objetivos serem definidos e os modelos escolhidos e configurados, o que pode ser um grande desafio para as empresas, há muita coisa para fazer antes de um dispositivo estar pronto a implementar. Durante essa fase, o investimento em pacotes deve incluir serviços de configuração capazes de serem uma real mais valia, sendo configurados antes de serem entregues à empresa. Nesta fase, a frota pode ser adaptada aos requisitos específicos de rede e segurança do negócio, por meio de configurações predefinidas da BIOS. Com os dispositivos a chegarem prontos para implementação, isto não vai só aliviar a pressão na equipa de IT, como também vai proporcionar uma maior tranquilidade a todos na organização.

Pronto para Trabalhar

Assim como a configuração do dispositivo é uma preocupação, o mesmo ocorre com a sua implementação. Se acontecer frequentemente pode ser um processo demorado e complexo capaz de interromper todas as operações. No entanto uma implementação mais fácil pode ser suportada e apoiada através de serviços prestados por fornecedores que tenham essa capacidade de implementação. A instalação no local pode ser realizada por técnicos especialistas, que podem desmontar os dispositivos mais antigos para assim migrarem os dados e configurar os novos modelos, entre outros serviços. Ao recrutar este tipo de serviço, retira a preocupação à equipa de TI interna que fica com mais tempo para conseguir efetuar outro tipo de tarefas.

Depois dos dispositivos estarem configurados e implementados, tem de ser feita a manutenção e gestão dos mesmos, o que faz com que deva procurar uma solução para colmatar esse problema. O tempo de inatividade de um dispositivo é um problema muito sério no mundo profissional ultra-mobile de hoje e para combater isso os serviços de suporte que procura devem ser flexíveis, convenientes, rápidos e ter uma boa relação custo-eficiência. Os principais exemplos disso são os pacotes que oferecem manutenções no local ou serviços de troca de dispositivos – com uma substituição a ser fornecida no próximo dia útil ou por retirada e devolução.

Outra coisa que deve ser tida em consideração é a segurança. No caso do acontecimento de um ciberataque ou de uma formatação acidental ou até mesmo danos materiais, os dados valiosos da sua empresa podem vir a perder-se causando custos e uma má reputação para a sua empresa. Como tal, um serviço de recuperação de informação tem um valor inestimável, pois abrange a restauração de dados, limpeza remota no caso de unidades perdidas ou roubadas contando também o serviço de substituição de discos rígidos.

Fim de linha

Quando um dispositivo se torna obsoleto, é importante que este seja retirado de maneira sustentável e ecológica de modo a permanecer em conformidade. Para além disso o descarte do produto deve ser realizado em segurança para proteger os dados corporativos. Quando analisar uma oferta de um fornecedor, é importante que eles garantam que o antigo equipamento de TI seja descartado de maneira sustentável e segura.

A gestão do ciclo de vida do dispositivo pode apoiar uma empresa na redução de custos, na melhoria da segurança, no aprimoramento de práticas sustentáveis e aumento da produtividade dos funcionários. É fácil comoditizar a compra de dispositivos e o processo geralmente pode ser subestimado. A alavancagem da gestão do ciclo de vida do produto, como parte de uma estratégia de TI orientada para PCaaS, pode garantir que as TI contribuam para o apoio dos objetivos de negócio.

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Nilton é um entusiasta das novas tendências tecnológicas e do impacto que estas têm nas organizações e no nosso dia a dia.

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