36% dos jovens fez videochamadas com 2 horas de duração (ou mais) durante período de confinamento

Embora as maravilhas das videochamadas já fossem conhecidas, a verdade é que as mesmas nunca foram tão utilizadas como agora. A WIKO, empresa europeia de smartphones, quis perceber o que mudou na rotina dos jovens e das suas videochamadas durante o período de covid-19 e, por isso, realizou uma sondagem nas suas redes sociais.

Segundo dados recolhidos pela marca, 61% dos participantes não fazia videochamadas por dia, número que diminuiu para 23% durante o período de confinamento. A percentagem de participantes que passou a fazer uma videochamada por dia é de 19%, sendo que 29% admitiu fazer duas videochamadas diárias e 28% passou a fazer 3 ou mais. Se pensa que a maior parte das videochamadas são feitas entre casais, engana-se.

A mesma sondagem veio comprovar que a maioria das videochamadas realizadas por estes jovens foram feitas para amigos (51%), seguindo-se família (20%) e só depois namorado/a (8%). Para 22% dos participantes, cada videochamada levava em média 30 minutos (22%), a mesma percentagem que para os que afirmam ter feito videochamadas de uma hora (22%). Dos restantes participantes, 20% admitiu que a duração das suas videochamadas era de uma hora e meia e 36% disse que podiam ir além das duas horas.

As videochamadas ajudaram a aproximar as pessoas, ainda que não estivessem fisicamente no mesmo local, e permitiram longos serões de conversa ou até mesmo refeições com companhia. Graças a inúmeras aplicações que existem no mercado, é possível ver e falar com todos aqueles que desejamos através do ecrã do nosso smartphone.

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é admirador de Steve Jobs e Elon Musk. Apaixonado por novas tecnologias, especialmente ligadas à secção de negócios empresariais e de Gadgets, acompanha de perto todas as novidade do mundo das TI.

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