Se estavas à espera de deitar as mãos ao primeiro iPhone dobrável já em setembro, talvez seja melhor preparares-te para uma pequena desilusão. Os rumores mais recentes apontam para problemas na linha de produção da Apple, o que é no mínimo preocupante para quem aguarda ansiosamente por este lançamento.
Conhecido nos corredores tecnológicos como iPhone Ultra, este modelo promete revolucionar completamente o alinhamento de topos de gama da gigante de Cupertino. Contudo, parece que a tremenda ambição de criar um ecrã perfeito e sem vincos está a dar dores de cabeça aos engenheiros encarregues de finalizar o dispositivo.
Apesar de a apresentação continuar prevista para coincidir com o lançamento dos modelos iPhone 18 Pro e Pro Max, a chegada efetiva ao mercado poderá resvalar largos meses. Resta agora saber se os fãs incondicionais da marca terão paciência para lidar com este possível percalço.

O pesadelo da produção e os atrasos previstos para o dispositivo
Segundo informações da cadeia de abastecimento e de um reconhecido leaker focado na gigante tecnológica, a escassez de componentes e o baixo rendimento dos ecrãs estão a dificultar seriamente a vida à fabricante. A Foxconn já se encontra a fazer os ajustes finais para a produção em massa, mas os prazos parecem cada vez mais apertados e difíceis de cumprir.
Enquanto alguns analistas mais otimistas preveem que os envios arranquem no final de outubro ou dezembro, outras fugas de informação sugerem um cenário muito mais pessimista. Há mesmo quem aponte que a disponibilidade nas lojas físicas poderá ser empurrada para a primavera de 2027, um atraso que pode deixar a Apple numa posição bastante delicada perante a concorrência feroz do mundo Android.
Preços astronómicos e especificações de luxo exigidas pela marca
Se o atraso nas entregas não fosse suficiente para te deixar de pé atrás, o preço deste novo smartphone promete ser um verdadeiro choque para a tua carteira. O iPhone Ultra posiciona-se para ser o dispositivo mais caro de sempre da marca, elevando a fasquia para valores simplesmente perigosos no mercado mobile.
A empresa fez questão de esperar até conseguir eliminar o temido vinco do ecrã, trabalhando lado a lado com os painéis da Samsung para garantir uma experiência premium impecável. Esta exigência reflete-se sem rodeios no valor final que chega às montras. Aqui ficam os valores apontados pelos rumores:
- O modelo base de 256GB deverá rondar os 1.999 e os 2.099 dólares.
- As versões de topo com capacidade de armazenamento até 1TB poderão atingir facilmente a marca dos 2.500 dólares.
- Para servir de termo de comparação, o modelo atual mais caro é o iPhone 17 Pro Max, que não ultrapassa os 1.599 dólares.
Este salto monumental no preçário confirma que a tecnológica não está para brincadeiras e foca-se num segmento de luxo quase inatingível. Só quando tivermos acesso aos primeiros testes de benchmark conseguiremos perceber se o elevado desempenho e as inovações justificam esta autêntica fortuna.
Um regresso ao passado com o histórico lançamento do iPhone X
A estratégia de anunciar o produto num evento e lançá-lo meses mais tarde não é exatamente uma novidade para quem acompanha o percurso da marca. O paralelismo com o lançamento do icónico iPhone X é impossível de ignorar neste novo capítulo da história da maçã trincada.
Naquela altura, o dispositivo sofreu atrasos bastante idênticos, mas acabou por normalizar os preços em torno dos mil dólares e transformou-se num enorme sucesso comercial. O grande objetivo atual é que o iPhone Ultra consiga replicar o mesmo feito no mercado dos smartphones dobráveis, perspetivando-se que venha a dominar uma enorme fatia das vendas no seu primeiro ano.
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