Se és fã de telemóveis que oferecem um desempenho absolutamente brutal sem te esvaziar completamente a carteira, a linha K da Redmi (a famosa submarca da Xiaomi) é, muito provavelmente, uma das tuas favoritas. No ano passado, a marca deixou o mercado de queixo caído com o lançamento do incrível K90 Pro Max.
Agora, todos os olhos estão postos na futura série K100, mas as mais recentes fugas de informação sugerem que a Xiaomi está a preparar uma mudança radical na sua estratégia. O icónico nome “Pro Max” pode estar prestes a desaparecer para sempre, dando lugar a uma variante de topo totalmente nova e misteriosa.
O mistério do projeto Q11X e a mudança de estratégia
Até há muito pouco tempo, os rumores que circulavam nos bastidores da indústria apontavam para um alinhamento bastante previsível para este ano: a marca iria lançar o Redmi K100 normal e, logo a seu lado, o musculado Redmi K100 Pro Max. No entanto, o cenário acabou de sofrer uma reviravolta digna de um filme de suspense.
Segundo o conhecido informador chinês Experience More, que partilhou as suas descobertas na rede social Weibo, a Redmi decidiu cancelar internamente o modelo “Q11U” — o código que estava diretamente associado ao desenvolvimento do tão aguardado K100 Pro Max. Em vez disso, a equipa de engenharia de ponta está agora a focar todos os seus recursos e esforços num novo telemóvel, cujo nome de código interno é “Q11X”.

Esta alteração drástica de códigos sugere fortemente que a marca quer abandonar a nomenclatura “Pro Max” para a sua próxima geração. A grande dúvida que paira no ar é: como se chamará afinal esta nova “besta”? A aposta mais forte no momento recai sobre o nome Redmi K100 Ultra, o que alinharia a sua nomenclatura de forma muito mais coesa com os topos de gama da empresa-mãe. Independentemente do nome comercial que venha a adotar, os primeiros ecos da indústria indicam que este dispositivo será alimentado pelo futuro e ainda não anunciado processador Snapdragon 8 Elite Gen 6.
A pesada herança deixada pelo K90 Pro Max
Para perceberes bem a pressão imensa que este novo modelo “Q11X” tem sobre os ombros, é preciso olhares para a máquina que ele vai tentar substituir. O Redmi K90 Pro Max, que foi lançado em outubro do ano passado por cerca de 3.999 yuans (aproximadamente 500 euros na conversão direta para a versão base de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento), é um verdadeiro colosso tecnológico.
Se a marca quiser que o K100 seja um sucesso inegável, terá de superar um ecrã OLED gigante de 6.9 polegadas com uma taxa de atualização ultrafluida de 120 Hz, suportado por um poderoso chip de ecrã dedicado desenvolvido “em casa” (o D2) e um sistema de som imersivo afinado pela mítica marca de áudio Bose.
Energia inesgotável e fotografia de elite
O desafio não se fica apenas pela qualidade visual e sonora. O K90 Pro Max foi lançado com o superpoderoso processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, acompanhado por umas estonteantes opções de até 16 GB de memória RAM LPDDR5x e até 1 TB de armazenamento UFS 4.1. É um hardware concebido para devorar as tarefas mais exigentes e que não sabe o que significa a palavra “lentidão”.
No departamento fotográfico, o telemóvel atual já oferece um sistema traseiro triplo composto por três magníficos sensores de 50 megapixéis, além de uma câmara frontal de 32 megapixéis perfeita para as tuas selfies e videochamadas em alta definição. Mas o verdadeiro trunfo que o seu sucessor terá de igualar ou bater é a bateria: uma célula massiva de 7.560 mAh que suporta um carregamento rápido com fios de 100W e sem fios de 50W.
A fasquia está colocada num nível quase estratosférico. Se a Redmi decidiu realmente cancelar a versão Pro Max clássica para criar algo totalmente novo e ainda mais superior com o projeto Q11X, o mercado de smartphones no final deste ano promete ser um campo de batalha absolutamente eletrizante e cheio de surpresas.
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