TecheNet
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Monstros reais e cenários autênticos: o segredo da série Fallout

Vitor Urbano por Vitor Urbano
05/04/2026
Em Séries e Filmes, Arte e Cultura

Quando te sentas no sofá para assistir a uma superprodução de ficção científica, é quase automático assumires que a esmagadora maioria do que vês no ecrã foi gerado por um computador. Vivemos na era do CGI (imagens geradas por computador), onde estúdios inteiros são forrados a verde e os atores interagem com bolas de ténis presas em varas. No entanto, a adaptação televisiva da famosa saga de videojogos Fallout, disponível na Prime Video e já com duas temporadas no currículo, decidiu remar contra a maré.

A série transporta-nos para uns Estados Unidos pós-apocalípticos, repletos de mutantes e com uma estética retro-futurista dos anos 50, mas fá-lo com um nível de efeitos práticos que te vai deixar de boca aberta.

Fallout amazon prime

A arte de construir monstros e armaduras reais

Para compreenderes a magnitude desta decisão técnica, basta olhares para os temíveis Garras Letais (Deathclaws), os monstros reptilianos gigantes que assombram a segunda temporada. Em vez de entregarem o trabalho exclusivamente aos animadores digitais, a equipa de produção construiu marionetas robóticas gigantescas. Estes monstros animatrónicos exigiam até cinco operadores humanos para se moverem de forma realista no cenário. O produtor executivo Jonathan Nolan fez questão de dar uma presença física a estas criaturas, algo que aumenta drasticamente a tensão nas cenas de ação captadas pela câmara.

O mesmo princípio foi aplicado à icónica Armadura Potente (Power Armor) da Irmandade do Aço. Nos videojogos, estes fatos mecanizados pesam centenas de quilos e transformam os soldados em tanques humanos. Na série, os atores vestem peças de armadura reais e movem-se fisicamente com elas. O peso, a forma como a luz reflete no metal e a limitação de movimentos são autênticos. Até mesmo a caracterização do Ghoul, interpretado por Walton Goggins, depende de horas de maquilhagem protética real; a magia digital é usada apenas para apagar o seu nariz, enquanto toda a textura da pele degradada fica a cargo dos artistas de efeitos especiais tradicionais.

O mundo destruído existe mesmo fora do estúdio

A indústria do entretenimento tem adotado tecnologias como o “The Volume” — popularizado por séries do universo Star Wars —, que consiste em ecrãs LED gigantes que projetam cenários virtuais atrás dos atores em tempo real. Embora seja uma ferramenta fantástica, a equipa de Fallout preferiu sujar as mãos e procurar locais reais que transmitissem a desolação de um holocausto nuclear.

A construção do mundo ganha uma dimensão tátil quando percebes que muitos dos locais abandonados não são fruto de imaginação digital:

  • Kolmanskop, Namíbia: A cidade em ruínas de Shady Sands foi filmada nesta antiga localidade mineira abandonada. Décadas de tempestades de areia desgastaram os edifícios de forma natural, criando um cenário de destruição atómica perfeito sem necessidade de intervenção digital.
  • Wendover, Utah: Uma base aérea militar da Segunda Guerra Mundial serviu de quartel-general para a Irmandade do Aço na primeira temporada, conferindo uma arquitetura militar autêntica e envelhecida.
  • Nova Iorque e Nova Jérsia: Os claustrofóbicos túneis dos abrigos subterrâneos foram construídos no Terminal do Exército de Brooklyn, enquanto a poeirenta povoação de Filly foi erguida sobre uma verdadeira sucata de automóveis.
Fallout temporada 2

O peso da realidade na tua experiência visual

Podes questionar-te sobre o porquê de tanto esforço logístico quando um processador potente conseguiria renderizar estes ambientes em pós-produção. A resposta está na forma como o olho humano perceciona a luz e a física. Para o utilizador que assiste à série em casa, a diferença é subtil mas poderosa. Quando um ator interage com um cenário real ou foge de um monstro físico, a sua performance muda. As sombras projetadas pelo sol do deserto da Namíbia sobre paredes desgastadas pelo tempo possuem uma complexidade ótica que o CGI ainda tem dificuldade em replicar na perfeição.

Esta aposta na fisicalidade cria uma ligação muito mais forte contigo. Sentes a sujidade, o peso do metal e a textura da ferrugem. Com a terceira temporada já confirmada e prevista para 2027, a fasquia está altíssima. Os rumores apontam para a exploração de novas regiões icónicas dos videojogos, e sabendo o método de trabalho desta equipa, podes ter a certeza de que a poeira radioativa que verás no teu ecrã será o mais real possível.

Outros artigos interessantes:

  • Router Xiaomi BE19000 Pro já está à venda em Portugal
  • Raspberry Pi 5 de 16 GB sobe para 305 dólares. Saiba porquê
  • Wear OS 6.1 já não precisa do telemóvel para acertar o fuso horário
Partilha
Tweet
Envia
Vitor Urbano

Vitor Urbano

Frequentou a licenciatura de Desporto em Setúbal e atualmente reside na Letónia. Apaixonado por novas tecnologias e fã do "pequeno" Android desde 2009.

Artigos relacionados

Power: a série que redefiniu o drama criminal na tv

Power: a série que redefiniu o drama criminal na TV

29/10/2026
Mobland (2)

MobLand regressa à Paramount+ com uma segunda temporada verdadeiramente explosiva

16/09/2026
Mobland

Segunda temporada de MobLand chega à Paramount+ com dez episódios

14/09/2026
I know what you did last summer netflix

Os três thrillers que não podes perder esta semana na Netflix

17/08/2026

Últimas notícias

QNAP QTS 6.1 reforça segurança e integra novas funções de IA

iPhone Duo: problemas no ecrã já afetam previsões de vendas da Apple

WhatsApp já permite expandir fotografias com inteligência artificial no Android

OnePlus revela datas de chegada do Android 17 a mais smartphones e tablets

Motorola poderá recuperar a série One com Snapdragon 8 Gen 5 e carregamento sem fios

Samsung Galaxy S27 Ultra poderá ter processador exclusivo e mais potente

World of Warcraft chega a Dungeons & Dragons com uma expansão de 256 páginas

Google Messages começa a receber novo visual para as conversas fixadas

Alphabet prepara acordo de 1,5 mil milhões de dólares para garantir energia mais barata

OpenAI quer deixar de chamar centros de dados às suas instalações de IA

Google toma decisão polémica: escolas que rejeitem IA poderão perder acesso à Pesquisa

Huawei prepara dois smartphones surpreendentes para a sua nova submarca Starlight

Portugal prepara novas regras para centros de dados

Xiaomi lança escova de dentes inteligente com ecrã a cores e 190 dias de bateria

Sony ULT FIELD 1 ganha nova cor Azul Esfumado e mantém graves potentes num formato compacto

Huawei FreeBuds SE 5 Max chegam com autonomia impressionante de 80 horas

GTA 6 já tem data para pré-download e vai precisar de até 212 GB de espaço

iPhone 18 poderá ter uma bateria maior, mas também um preço mais elevado

Apareceu o símbolo H+ no teu Samsung? Descobre o que significa

Sony pode estar a abandonar o PlayStation VR2 após retirada das lojas oficiais

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • O uso de IA no TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.