A Apple continua a preparar o terreno para o lançamento dos seus próximos topos de gama e os segredos começam a vir a público. Desta vez, foi a autoridade de certificação chinesa 3C a estragar a surpresa em relação à energia dos novos dispositivos.
Graças a uma fuga de informação partilhada pelo conhecido leaker Digital Chat Station na rede social Weibo, já sabemos exatamente o que esperar das baterias da série iPhone 18 Pro. É no mínimo interessante ver como a marca da maçã está a gerir o espaço interno dos seus smartphones perante as exigências do novo hardware.
Se estavas à espera de uma revolução na autonomia para o próximo mês de setembro, os números agora revelados mostram uma estratégia de evolução muito calculada. O grande destaque vai, sem dúvida, para o modelo Pro Max, que ultrapassa finalmente uma barreira psicológica muito aguardada pelos entusiastas da marca.

O que muda na bateria do iPhone 18 Pro e Pro Max
A grande novidade trazida por esta certificação oficial é a confirmação de que os modelos internacionais, equipados com a tradicional gaveta para cartão SIM físico, terão capacidades ligeiramente diferentes das versões exclusivas com eSIM vendidas nos Estados Unidos. Esta divisão obriga a Apple a fazer pequenos reajustes de engenharia no interior dos aparelhos.
No caso do iPhone 18 Pro base, o aumento de capacidade é bastante contido, quase passando despercebido face à geração anterior. Já o iPhone 18 Pro Max é o verdadeiro protagonista deste leak, dando um salto considerável na sua capacidade energética, possivelmente impulsionado pelas elevadas exigências de processamento dos novos recursos de inteligência artificial.
Os números detalhados pela certificação chinesa 3C
Para que não te percas no meio de tantas especificações técnicas, os dados partilhados não deixam margem para grandes dúvidas. A certificação prova que a gigante de Cupertino quer garantir que o seu modelo de maiores dimensões não te deixa ficar mal com o ecrã desligado a meio do dia.
Como é habitual, a Apple nunca revela estes valores absolutos de forma oficial durante as suas famosas apresentações, preferindo focar-se apenas em horas estimadas de reprodução de vídeo. Felizmente, estas certificações legais e obrigatórias dão-nos a transparência pura e dura que a comunidade tecnológica tanto gosta de analisar.
- iPhone 18 Pro (Versão global com SIM): 4.056 mAh, representando um aumento muito tímido de 1,71% face ao seu antecessor.
- iPhone 18 Pro (Versão eSIM EUA): 4.288 mAh, marcando uma ligeira melhoria de apenas 0,85%.
- iPhone 18 Pro Max (Versão global com SIM): 5.391 mAh, o que traduz um salto considerável e muito bem-vindo de 11,78% em relação ao iPhone 17 Pro Max.
- iPhone 18 Pro Max (Versão eSIM EUA): 5.567 mAh, garantindo um robusto aumento de 9,41% na capacidade total.

A barreira dos 5000 mAh foi finalmente ultrapassada
Ver a Apple a colocar uma bateria com mais de 5000 mAh num smartphone é, sem dúvida, um marco histórico para o alinhamento da empresa. Durante largos anos, a marca defendeu-se exclusivamente com a otimização de software do iOS para justificar capacidades físicas francamente menores quando comparadas com os rivais do ecossistema Android.
Este aumento mais expressivo no modelo Pro Max, combinado com a fantástica eficiência energética esperada do futuro processador A20 Pro fabricado a 2 nanómetros, promete fazer deste equipamento um verdadeiro monstro no que toca a horas de ecrã ligado. Resta-nos agora aguardar pela keynote oficial em setembro para percebermos o impacto real que todos estes novos números terão no teu uso diário.
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