A Google está prestes a dar um passo de gigante com a chegada da nova linha Pixel 11, que deverá ser apresentada já em agosto. Se tens acompanhado a evolução destes smartphones nos últimos anos, sabes perfeitamente que a marca tem lutado bastante com problemas chatos de conectividade e aquecimento exagerado.
Agora, parece que a gigante tecnológica norte-americana encontrou finalmente a luz ao fundo do túnel para resolver esta dor de cabeça que assombra os utilizadores. Fugas de informação recentes confirmam que a empresa vai mudar um componente crítico no interior do tão aguardado processador Tensor G6.
A grande vítima desta reestruturação interna de hardware é a Samsung, que perde assim o seu lugar de destaque no fornecimento de peças vitais para a Google. Com esta alteração radical de estratégia, podes preparar-te para uma experiência de utilização diária muito mais estável e fidedigna.

O fim da era Exynos e a aposta na MediaTek
Durante as últimas gerações, os smartphones da marca dependeram exclusivamente dos modems Exynos da Samsung para garantir as ligações de rede. Esta foi uma escolha que rendeu inúmeras críticas e frustrações, sobretudo devido a quebras de sinal inexplicáveis e a um consumo de bateria que deixava francamente muito a desejar. É no mínimo preocupante que a marca tenha demorado tanto tempo a perceber que precisava de corrigir a rota, mas diz o povo que mais vale tarde do que nunca.
O novo processador Tensor G6 vai passar a integrar um modem da MediaTek, apontando todos os rumores mais fortes para o eficiente modelo M90. Esta transição histórica, recentemente detetada em documentos oficiais de certificação da FCC para o Pixel 11 Pro Fold, marca a primeira vez que a família Pixel vira totalmente as costas à tecnologia de comunicações da Samsung.
O que muda realmente no novo processador da Google
Além da autêntica lufada de ar fresco na estabilidade da conectividade móvel, o coração tecnológico do Pixel 11 promete ser um verdadeiro monstro a nível de performance bruta. A Google recorreu ao inovador processo de fabrico de 2 nanómetros da TSMC, o que se vai traduzir numa eficiência energética fenomenal e num desempenho superior no processamento local de inteligência artificial.

Para que não te percas no meio de tantas novidades técnicas que este novo chip vai colocar na palma da tua mão, aqui ficam os detalhes mais importantes que já caíram na internet através de reconhecidos leakers da indústria:
- Processo de fabrico de 2nm da TSMC focado em maximizar a autonomia térmica.
- Novo modem MediaTek M90 focado em inteligência artificial com velocidades de download super-rápidas.
- Chip de segurança Titan M3 de nova geração para proteção avançada de dados.
- Processador principal com um núcleo impressionante a correr a 4.11 GHz de velocidade.
Com um hardware destas proporções, fica absolutamente claro que a empresa quer bater de frente com a concorrência nos próximos testes de benchmark. A aguardada introdução do modem da MediaTek promete não só resolver os defeitos crónicos de sinal, mas também esticar a duração da bateria, garantindo que o teu smartphone nunca te deixa ficar mal nos momentos mais importantes do teu dia.
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