TecheNet
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Asteroides assassinos longe da terra por 1000 anos

Jorge Montez por Jorge Montez
21/05/2023
Em Espaço

A Terra pode respirar aliviada nos próximos 1000 anos, pois um novo estudo revela que o risco de colisão com asteroides assassinos é bastante reduzido.

Asteroides assassinos
Cientistas garantem que o risco é pequeno

Embora o perigo representado pelos asteroides de maior dimensão seja mínimo, os especialistas alertam que os asteroides menores ainda podem representar uma ameaça credível para o nosso planeta.

A pesquisa, publicada no Astrophysical Journal, destaca o asteroide 1994 PC1 como o principal candidato a uma possível colisão com a Terra. Com aproximadamente um quilómetro de largura, este corpo celeste tem apenas 0,000151% de hipóteses de cruzar a órbita da Lua, o que mesmos assim é dez vezes superior às de outros asteroides analisados no estudo.

Os investigadores responsáveis pelo estudo analisaram as órbitas de quase 1000 objetos próximos da Terra (NEOs) com dimensões superiores a um quilómetro. Ao longo dos próximos 1000 anos, nenhum deles parece estar em rota de colisão com o nosso planeta. Apesar de não ser uma garantia absoluta, essa descoberta oferece algum conforto quanto ao risco de asteroides assassinos, de acordo com o site Metro.

Asteroides assassinos são conhecidos por serem grandes o suficiente para aniquilar espécies inteiras, sendo associados ao evento de extinção dos dinossauros. Portanto, a possibilidade de tais corpos celestes atingirem a Terra sempre foi um tema relevante na comunidade astronómica.

Asteroides assassinos
Foram analisados mais de mil objetos no espaço

Embora o risco de asteroides assassinos seja baixo nos próximos 1000 anos, isso não implica que não existam ameaças provenientes de asteroides de menor porte. A possibilidade de impacto de asteroides capazes de destruir cidades e criar enormes crateras, desencadeando tsunamis, terremotos e outras catástrofes naturais, ainda é uma realidade, embora não seja extremamente provável.

Felizmente, agências espaciais como a NASA têm dedicado esforços para desenvolver estratégias de defesa contra esses corpos celestes. Um exemplo é a nave espacial DART da NASA, que teve sucesso ao colidir com um asteroide e alterar sua trajetória no ano passado. Essas iniciativas trazem esperança de que, no futuro, possamos estar mais bem preparados para enfrentar os riscos que os asteroides representam.

Os resultados deste estudo proporcionam um alívio para a humanidade, sabendo que os asteroides assassinos não representam uma ameaça iminente nos próximos séculos. Contudo, a vigilância e a pesquisa científica contínua são cruciais para entendermos melhor o cosmos e protegermos o nosso precioso planeta dos perigos que o universo nos reserva.

Outros artigos interessantes:

  • 3 melhores VPN para garantir a segurança online
  • Bing Chat permite a partilha e exportação de conversas
  • Canon pode fazer parceria para equipar câmaras de smartphones
Tags: asteroideespaçonasa
PartilhaTweetEnvia
Jorge Montez

Jorge Montez

é um dos fundadores do TecheNet, juntamente com Alfredo Beleza. Jornalista freelance, colaborou com conteúdos multimédia para alguns dos principais média portugueses. Foi redator, repórter e editor de jornais nacionais. Vencedor do Prémio Jornalismo / Média 2017 da Associação Portuguesa de Museologia

Artigos relacionados

Spacex lança mais 28 satélites starlink
Espaço

Foguetão abandonado da SpaceX vai colidir contra a Lua esta semana

01/08/2026
Nasa terra 3d
Espaço

NASA revela modelo 3D que mostra a verdadeira gravidade da Terra

29/07/2026
Nasa espaço
Espaço

NASA deteta calor intenso debaixo da superfície da lua Io

27/07/2026

Últimas notícias

Rei Carlos III convoca líderes tecnológicos temendo descontrolo da inteligência artificial

A família Samsung Galaxy A destronou o iPhone 17 em vendas globais

Pixel 9 e modelos mais recentes recebem fantástica novidade no Google Translate

Paper Mario chega ao PC através de um port não oficial

Samsung One UI 9: atualização Android 17 chega aos Galaxy S26

Envio global de smartphones vai sofrer uma queda acentuada este ano

Nova instax Link WIDE 2 chega a Portugal por 174,99 euros

Banir a Huawei do 5G europeu pode custar 40 mil milhões

Sony apresenta PlayStation Pulse e Pulse Edge para PS5

Gemini Notebook já te permite falar por voz em tempo real

Spyware Chosen Brick espia dissidentes e jornalistas no Windows

Apple afirma que câmara do iPhone 18 Pro supera rivais Android

Pixel Drop de setembro chega antes do adeus ao Pixel 6

Nova Canon EOS R8 Mark II ganha IBIS de 7,5 stops

Vivo V80 promete câmara de cinema e uma bateria verdadeiramente gigante

OPPO Find X10 Pro Max terá chip Dimensity 9600 Pro de 2 nm

Espanha investiga violação de dados ligada a agente de IA

Xiaomi revela Watch S5 e Redmi Buds 8s antes do lançamento

Primeiros routers Wi-Fi 8 da ASUS chegam a Portugal em outubro

Meta prepara novos smart glasses sem câmara focados em inteligência artificial

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • O uso de IA no TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.