TecheNet
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS
Sem resultados
Ver todos os resultados
TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados

Google apresenta solução inovadora para falha crítica em IAs

Vitor Urbano por Vitor Urbano
16/04/2025
Em Inteligência Artificial, Tecnologia

Desde que os assistentes baseados em modelos de linguagem se tornaram populares em 2022, os ataques por prompt injection têm sido uma dor de cabeça constante para programadores e especialistas em segurança. Esta vulnerabilidade permite que comandos maliciosos se escondam em conteúdos aparentemente inofensivos, enganando os sistemas de IA e levando-os a executar tarefas que nunca foram autorizadas pelo utilizador.

O impacto destes ataques vai muito além de simples falhas técnicas. À medida que os assistentes se integram em aplicações sensíveis como email, calendários, serviços bancários ou edição de documentos, um único comando enganoso pode provocar consequências graves, como transferências não autorizadas ou envio de dados privados.

A proposta radical da Google DeepMind

Para dar resposta a este problema, a Google DeepMind revelou o CaMeL (Capabilities for Machine Learning), uma abordagem inovadora que rompe com a estratégia tradicional de tentar fazer com que os próprios modelos de IA detetem e filtrem os ataques. Em vez disso, o CaMeL trata os modelos de linguagem como componentes não confiáveis dentro de uma arquitetura segura, criando fronteiras claras entre instruções válidas e dados potencialmente perigosos.

Este sistema é inspirado em conceitos clássicos da engenharia de software, como o controlo de fluxo, controlo de acessos e gestão de informação. Em vez de depender da inteligência artificial para identificar ataques, o CaMeL previne que estes comandos maliciosos tenham impacto, mesmo que passem despercebidos.

Inteligência artificial humanos

Dois modelos, funções distintas e controlo apertado

O CaMeL baseia-se numa arquitetura de dois modelos: um modelo privilegiado (P-LLM) que interpreta os comandos do utilizador e escreve código, e um modelo quarentenado (Q-LLM) que apenas analisa informação não estruturada, sem qualquer capacidade de execução.

Por exemplo, se pedires ao assistente: “Envia um lembrete ao Bob sobre a reunião de amanhã”, o CaMeL irá transformar isso num código onde cada passo está isolado — desde obter o último email, até extrair o endereço de Bob e enviar a mensagem. O modelo privilegiado nunca vê diretamente o conteúdo dos emails, apenas acede ao resultado tratado pelo modelo quarentenado.

Esse código é depois executado por um interpretador seguro, que monitoriza a origem de cada dado. Se, por exemplo, um endereço de email tiver origem num conteúdo não confiável, a ação de envio pode ser bloqueada ou sujeita a aprovação manual. Desta forma, mesmo que o conteúdo contenha um ataque de prompt injection, este não terá efeito prático.

Segurança como fluxo de dados, não como deteção

O que distingue o CaMeL é o seu foco no controlo de fluxo de dados. Em vez de procurar sinais de ataque, assume-se que qualquer dado externo pode estar contaminado e controla-se rigorosamente onde e como esse dado é usado. Esta abordagem recorda o princípio do menor privilégio: nenhuma parte do sistema tem mais acesso do que o necessário para a sua função.

Nos testes realizados com o benchmark AgentDojo, que simula ataques realistas em assistentes inteligentes, o CaMeL demonstrou uma resistência significativa a situações anteriormente sem solução.

Além disso, os investigadores acreditam que esta arquitetura poderá também impedir outras formas de abuso, como tentativas internas de enviar dados confidenciais para fora da organização.

Limitações ainda por resolver

Apesar das promessas, o CaMeL não é uma solução mágica. A sua eficácia depende da correta definição de políticas de segurança por parte do utilizador, o que pode exigir tempo e conhecimentos técnicos. E, como alerta o investigador Simon Willison — o primeiro a identificar o conceito de prompt injection —, se os sistemas pedirem confirmações constantes, há o risco de os utilizadores começarem a aceitá-las mecanicamente, anulando a proteção.

Ainda assim, Willison considera esta abordagem a mais credível até hoje. Ao aplicar princípios sólidos da segurança informática em vez de depender exclusivamente da IA, a Google DeepMind poderá finalmente estar a abrir caminho para uma nova geração de assistentes verdadeiramente fiáveis.

Outros artigos interessantes:

  • Sea of Thieves chega à Battle.net com acesso antecipado de seis dias
  • Esta promoção da POCO deixa o X7 com especificações topo por 238€
  • Bug na câmara frontal do Google Pixel 9a causa cintilação em ambientes escuros
Partilha
Tweet
Envia
Vitor Urbano

Vitor Urbano

Frequentou a licenciatura de Desporto em Setúbal e atualmente reside na Letónia. Apaixonado por novas tecnologias e fã do "pequeno" Android desde 2009.

Artigos relacionados

Claude code

Claude Code cria simulador de vela e coloca GPT-6, Gemini e Claude numa corrida

07/11/2026
Openai gpt-6 cyber

OpenAI lança GPT-6 Cyber e descobre 81 vulnerabilidades graves no Firefox

06/11/2026
Starlink

Starlink Mobile confirma chegada de rede 5G própria a partir de 2027

05/11/2026
Qnap qts 6. 1 reforça segurança e integra novas funções de ia

QNAP QTS 6.1 reforça segurança e integra novas funções de IA

05/11/2026

Últimas notícias

OPPO Reno 17 revela design com efeito luminoso e prepara lançamento para novembro

Bose Ultra Open Earbuds (2.ª geração) chegam a Portugal

Honor 700 é oficial: nova série estreia pequeno ecrã traseiro integrado

Samsung confirma pré-encomendas dos seus óculos inteligentes para 12 de novembro

Sony recupera os icónicos auscultadores do primeiro Walkman com os novos MDR-3R

Honor Magic 9 Pro Max chega a Hong Kong com duas câmaras de 200 MP e bateria menor

Cinco smartphones que prometem marcar novembro de 2026

Hackers exploraram falhas do Chrome e Snapdragon para atacar smartphones Android

Samsung Galaxy Buds4 Pro e Buds3 Pro vão poder funcionar como aparelhos auditivos

Motorola revela todos os detalhes do motorola signature 27

iPhone Duo: problemas no ecrã já afetam previsões de vendas da Apple

WhatsApp já permite expandir fotografias com inteligência artificial no Android

OnePlus revela datas de chegada do Android 17 a mais smartphones e tablets

Motorola poderá recuperar a série One com Snapdragon 8 Gen 5 e carregamento sem fios

Samsung Galaxy S27 Ultra poderá ter processador exclusivo e mais potente

World of Warcraft chega a Dungeons & Dragons com uma expansão de 256 páginas

Google Messages começa a receber novo visual para as conversas fixadas

Alphabet prepara acordo de 1,5 mil milhões de dólares para garantir energia mais barata

OpenAI quer deixar de chamar centros de dados às suas instalações de IA

Google toma decisão polémica: escolas que rejeitem IA poderão perder acesso à Pesquisa

Techenet LOGO
  • Quem somos
  • Fale connosco
  • Termos e condições
  • Política de comentários
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • O uso de IA no TecheNet
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Mobile
  • Tech
    • AUTOMÓVEIS
    • MOBILIDADE ELÉTRICA
    • IMAGEM & SOM
    • ENTREVISTAS
  • Gaming
  • IA
  • Opinião
  • Segurança
  • Negócios
    • EMPRESAS
    • CRIPTOMOEDAS
    • MARKETING
  • Mais
    • ARTE E CULTURA
    • DICAS
    • LIFESTYLE
    • DIREITOS COM CAUSA
    • INTERNET
    • GUIAS
    • PROMOÇÕES
    • REVIEWS
    • SUSTENTABILIDADE
    • TUTORIAIS

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.