A Google está prestes a apresentar ao mundo os seus novos equipamentos, mas não conseguiu resistir a lançar algumas farpas à concorrência antes do grande dia. Com o evento agendado para o próximo dia 12 de agosto, as expectativas já estão em alta.
Num novo vídeo promocional partilhado no YouTube, a gigante tecnológica decidiu focar-se no seu próximo smartwatch. Em vez de apenas mostrar as novidades do seu dispositivo, aproveitou a oportunidade para gozar de forma subtil com os modelos de outras marcas.
O grande alvo das críticas foram os formatos pouco convencionais adotados pela concorrência direta no mercado dos wearables. Segundo a empresa, um relógio inteligente deve ter a decência de parecer, acima de tudo, um relógio normal.
Pixel Watch 5 promete um formato tradicional e elegante
O grande trunfo do novo Pixel Watch 5 parece ser precisamente o seu formato circular e clássico. O teaser faz questão de apontar o dedo aos Apple Watches e Galaxy Watches desta vida, sugerindo que as suas linhas têm formatos estranhos que os afastam da essência pura da relojoaria.
A mensagem da Google é bem direta: podes ter acesso a todas as funcionalidades avançadas, sem precisares de usar um bloco quadrado ou desajeitado no pulso. É uma abordagem confiante, que tenta conquistar os utilizadores que valorizam a estética clássica num equipamento premium.
O que podemos esperar dos novos lançamentos da Google
O dia 12 de agosto será o palco perfeito para o lançamento da nova geração Pixel 11, contudo, é inegável que este smartwatch promete roubar uma boa dose de protagonismo. Além de gozar com as rivais, a tecnológica garante não descurar as exigências de bem-estar.
Baseado na informação revelada no próprio teaser, o novo wearable vai focar-se em entregar o melhor de dois mundos no teu dia a dia:
- Rastreio contínuo de fitness e de várias atividades desportivas
- Monitorização avançada de parâmetros de saúde e dos ciclos de sono
- Design refinado com um aspeto genuíno de relógio analógico

Porém, no meio de tanta confiança, a Google decidiu omitir de forma muito conveniente a questão da autonomia. A bateria continua a ser o verdadeiro calcanhar de Aquiles destes equipamentos, ficando a anos-luz da duração oferecida pelos modelos Ultra da Apple e Samsung, ou até mesmo das fabricantes chinesas.
É, no mínimo, curioso ver a marca norte-americana a atirar pedras aos telhados das rivais enquanto esconde os seus próprios pontos fracos. Teremos de aguardar pela apresentação oficial para perceber se este novo wearable consegue realmente convencer, ou se a bateria continuará a ser uma frustração diária para ti.
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