FingerReader: conheça o anel que lê textos em voz alta





Pessoas com cegueira parcial ou total ao redor do mundo encaram diariamente os mais cariados desafios. Ler é apenas um deles que, em muitos casos, torna-se possível por meio da escrita em braile  Entretanto, nem todos os livros e materiais escritos são adaptados a este recurso, o que impossibilita, por exemplo, que deficientes visuais leiam panfletos na rua ou peguem livros emprestados.

A fim de criar um modo de tornar todo e qualquer material escrito acessível a quem tem dificuldades visuais, acaba de ser criado por um grupo do MIT – Massachusetts Institute of Technology, nos EUA, o FingerReader, um anel capaz de ler textos em voz alta.

Usado no dedo indicador, o dispositivo totalmente inovador acompanha a linha de texto de um livro para que uma micro-câmera possa capturar e converter as letras em palavras audíveis.

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Vale lembrar que o FingerReader ainda é um conceito com um longo caminho a ser percorrido nas bancadas dos seus desenvolvedores antes de chegar ao mercado. Ainda assim, esta pode vir a ser uma solução fantástica no auxílio do dia-a-dia de milhares de pessoas com cegueira total ou parcial.

Veja no vídeo abaixo como o FingerReader funciona:

Via Hypeness

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Cláudia Assis
Jornalista, Assessora de Comunicação e Gestora de Marcas nas redes sociais, Cláudia Assis tenta definir a si mesma como "uma menina multitask". Aquariana [logo vanguardista!] e nômade por natureza, viu a sua vida ser conduzida numa viagem transatlântica rumo a Portugal. O objetivo inicial era um mestrado em Ciências da Comunicação mas, desde então, vive num enamoramento constante com a terra de Pessoa. E, assim como o poeta, ela é também muitas "pessoas". CAssis é uma delas [talvez a mais intensa] e que nada mais é que uma versão 2.0 de si mesma, um alter-ego nas redes sociais. O que “ambas” têm em comum? Falam muito. Sobre tudo e todos. Têm sempre uma opinião a dar.

2 Comentários

  1. Excelente! Esse tipo de projeto é ótimo para a inclusão social, imagine quantos deficientes visuais poderiam utilizar? E as crianças iniciando os estudos? Muito bacana!

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