A Google prepara-se para apresentar a sua nova linha de smartphones no próximo dia 12 de agosto, e as expectativas estão em alta. Com o evento à porta, começam a surgir cada vez mais detalhes sobre o que a gigante tecnológica tem na calha para o seu novo topo de gama.
Se estás indeciso entre aproveitar uma boa promoção do atual modelo ou esperar pelo próximo grande lançamento, a decisão exige conhecer os detalhes técnicos ao pormenor. As mais recentes fugas de informação revelam que a evolução será focada em pontos muito específicos do hardware.
É no mínimo fascinante observar como a fabricante decidiu manter a base de sucesso intacta, apostando em otimizações cirúrgicas e num novo elemento visual arrojado. Vamos descobrir lado a lado o que muda realmente entre estas duas gerações.

O design mantém a base mas introduz o inovador Pixel Glow
À primeira vista, podes achar que os dois smartphones são autênticos gémeos separados por um ano de desenvolvimento. Ambos partilham o mesmo painel brilhante Super Actua QHD+ OLED de 6,8 polegadas com uma taxa de atualização de 120Hz, garantindo uma qualidade de imagem de topo em qualquer situação.
Contudo, a grande cartada da Google no departamento estético dá pelo nome de Pixel Glow. Trata-se de um anel LED posicionado na ilha das câmaras traseiras, desenhado para interagir com notificações, com a inteligência artificial do Gemini e com aplicações específicas. É uma abordagem que pisca claramente o olho ao estilo irreverente da Nothing, e promete dar muito nas vistas. Para além disto, mantêm-se os ímans Pixelsnap para acessórios MagSafe, com uma ligeira descida nos botões laterais de volume e energia.
Desempenho e autonomia recebem o verdadeiro salto geracional
Onde vais notar a diferença mais palpável é mesmo no poder de fogo e na eficiência térmica do dispositivo. O novo processador Tensor G6, construído com um processo muito mais eficiente de 2nm, promete um aumento de 15% na performance diária, acabando de vez com alguns dos soluços de aquecimento que assombravam as gerações anteriores.
Para os fãs de gaming, há excelentes notícias com a inclusão de uma nova GPU PowerVR compatível com Vulkan 1.4. Isto significa que os teus jogos vão correr de forma mais fluida e estável. Para além disso, o novo hardware traz melhorias óbvias na conectividade e autonomia:
- Processador Tensor G6 (2nm) focado na máxima eficiência energética.
- Nova GPU PowerVR para um desempenho superior em tarefas pesadas e jogos.
- Bateria reforçada de 5.000 mAh, ultrapassando os 4.870 mAh do modelo anterior.
- Novo modem da MediaTek desenhado para melhorar a estabilidade da rede.
- Lançamento já equipado com o mais recente sistema operativo Android 17.
As câmaras continuam a confiar na magia do software
Se esperavas uma revolução nos sensores fotográficos, a realidade é um pouco mais conservadora, mas igualmente eficaz. O novo equipamento herda as lentes do Pixel 10 Pro XL, mantendo a câmara principal de 50 MP, a objetiva ultrawide de 48 MP e a robusta telefoto periscópica de 48 MP com zoom ótico de 5x.
A verdadeira evolução nas fotografias ficará, como já é apanágio da marca, a cargo dos algoritmos e do processamento de imagem. Com o Android 17 a correr de fábrica, é garantido que teremos novos truques de inteligência artificial exclusivos para o novo hardware, tornando a escolha final entre os dois modelos uma verdadeira questão de prioridades no teu dia a dia.
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