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Escolas processam redes sociais por “crise de saúde mental”

Jorge Montez por Jorge Montez
03/06/2023
Em Redes sociais

Escolas de Maryland, Estados Unidos, processam redes sociais, acusando-as de serem “viciantes e perigosas”, contribuindo para uma “crise de saúde mental” entre os estudantes.

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Redes sociais são “viciantes e perigosas”

O Howard County Public School System, um distrito escolar de Maryland, decidiu intentar uma ação judicial contra a Meta, Google, Snap e ByteDance, empresa proprietária do TikTok, alegando que essas empresas contribuíram para uma “crise de saúde mental” entre os estudantes. A acusação foi apresentada na quinta-feira e afirma que as redes sociais operadas por essas empresas são produtos “viciantes e perigosos” que alteraram a forma como as crianças “pensam, sentem e se comportam”.

Problemas nas redes sociais mencionados na ação judicial

A ação judicial das escolas que processam redes sociais cita uma série de problemas específicos nas plataformas Instagram, Facebook, YouTube, Snapchat e TikTok, que prejudicam as crianças. Entre estes problemas estão as “recompensas desencadeadoras de dopamina” em cada aplicação, como a página For You do TikTok, que utiliza dados sobre a atividade do utilizador para fornecer um fluxo interminável de conteúdo sugerido. Além disso, são mencionados os algoritmos de recomendação do Facebook e Instagram, bem como “funcionalidades concebidas para criar ciclos prejudiciais de utilização repetitiva e excessiva de produtos”.

Processam redes sociais pelo impacto negativo nas crianças

O distrito escolar acusa cada plataforma de incentivar “comparações sociais negativas e pouco saudáveis, que por sua vez causam problemas de imagem corporal e distúrbios mentais e físicos relacionados” nas crianças. No processo das escolas que processam redes sociais também são abordados os controlos parentais “defeituosos” em cada aplicação, juntamente com lacunas de segurança que supostamente promovem a exploração sexual de crianças.

Estratégia das empresas e ações legais

O processo afirma que, ao longo da última década, as empresas visadas perseguiram agressivamente uma estratégia de crescimento, ignorando imprudentemente o impacto dos seus produtos na saúde mental e física das crianças. Alega-se que cada uma das empresas concebeu características dos produtos para promover o uso repetitivo e incontrolável por parte das crianças.

O Howard County Public School System não é o único distrito escolar a intentar ações legais contra as empresas de redes sociais. Outros distritos escolares em Maryland, bem como sistemas escolares em Washington, Flórida, Califórnia, Pensilvânia, Nova Jersey, Alabama, Tennessee e outros países, também processam redes sociais, tomando medidas legais devido aos efeitos negativos das redes sociais na saúde mental das crianças.

Respostas das empresas e preocupações contínuas

As empresas visadas negaram as alegações. A Meta afirmou que investiu em tecnologia para encontrar e remover conteúdos relacionados com suicídio, automutilação ou distúrbios alimentares mesmo antes que alguém os denuncie. A Google afirmou que criou experiências adequadas à idade das crianças e das famílias no YouTube e forneceu controlos robustos aos pais. A Snap afirmou que examina todo o conteúdo antes que possa atingir um grande público para proteger contra a promoção e descoberta de material potencialmente prejudicial. A ByteDance não respondeu imediatamente ao pedido de comentário feito pelo The Verge, o primeiro a contar a história das escolas que processam redes sociais..

As preocupações sobre o impacto das redes sociais nas crianças e adolescentes têm sido amplamente discutidas, principalmente após a denúncia de Frances Haugen, ex-funcionária do Facebook, que revelou documentos internos indicando que a Meta tinha conhecimento dos potenciais danos que o Instagram causava a alguns jovens utilizadores. O cirurgião-geral dos EUA, Dr. Vivek Murthy, também alertou publicamente para o problema, sublinhando que as redes sociais são um “profundo risco de danos à saúde mental e ao bem-estar de crianças e adolescentes”.

Medidas regulatórias e legislativas

Alguns Estados norte-americanos já estão a responder às preocupações de segurança relacionadas com as redes sociais, através de leis que proíbem as crianças de se inscreverem nessas plataformas. Utah e Arkansas, por exemplo, aprovaram legislação que restringe a participação de menores nas redes sociais. As escolas processam redes sociais por causa do dano que afirmam causar à saúde mental de crianças e adolescentes, sendo de admitir que mais Estados dos EUA legislem no mesmo sentido.

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Jorge Montez

Jorge Montez

é um dos fundadores do TecheNet, juntamente com Alfredo Beleza. Jornalista freelance, colaborou com conteúdos multimédia para alguns dos principais média portugueses. Foi redator, repórter e editor de jornais nacionais. Vencedor do Prémio Jornalismo / Média 2017 da Associação Portuguesa de Museologia

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